NOVO MÍNIMO PODE SUBIR ACIMA DA INFLAÇÃO

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Proposta orçamentária prevê salário mínimo de R$ 788 para 2015 Da Agência Brasil…

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NÃO VEM QUE NÃO TEM

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Dilma veta novamente critérios para a criação de novos municípios…

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APÓS DOIS ANOS, DNIT RETOMA OBRA DA BR-135

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PARA EVITAR O VOLUME MORTO

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PEC PODE REFORÇAR CAIXA DOS MUNICÍPIOS

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Avança no Senado proposta que pode aumentar em R$ 2,8 bilhões valor dos repasses às prefeituras…

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Estreante em disputas eleitorais, irmã de Ruy Muniz leva apoio do vice-prefeito e dois dos nove vereadores em Manga

ATUALIZAÇÃO: o vereador Luiz do Foguete entrou em contato com o site para negar que tenha fechado apoio a candidata Ariadna Muniz (PRB). O vereador diz que  não vai apoiar nenhum candidato nas atuais eleições. Ele confirma ter sido sondado pelo vice-prefeito Eliel Dourado para apoiar Ariadna, mas teria optado por ficar afastado do atual processo eleitoral - inclusive no apoio a nomes do seu partido, o PT.

A oftalmologista e candidata a deputada federal Ariadna Muniz (PRB), que aperta a mão de um popular na foto ao lado, deve voltar a Manga nesta quarta-feira (3) para nova rodada de contatos políticos. Irmã do prefeito de Montes Claros, Ruy Muniz (PRB), Ariadna não adotou o sobrenome familiar no material de campanha. Optou pelo mais asséptico Dra. Ariadna, para se distanciar da cunhada e primeira-dama de Montes Claros, Raquel Muniz (PSC), que também concorre ao cargo de deputada federal.

É que, ao fazer opção preferencial pela eleição da mulher e ainda embarcar na canoa de Aécio Neves e Pimenta da Veiga, ambos do PSDB, o prefeito Muniz deixou a irmã sozinha na pista. Ariadna apoia os candidatos petistas na sucessão mineira e presidencial.

Ariadna Muniz volta a Manga porque, a despeito de ser cristã nova na política, conseguiu reunir uma curiosa e eclética base de apoios no município, formada por três dos nove vereadores da Câmara Municipal e pelo vice-prefeito, Eliel Dourado, que é filiado ao mesmo PRB da candidata. Além do vereador Gil Mendes (PP), seu correligionário de primeira hora na cidade, Ariadna ainda recebe os apoios dos parlamentares Luiz Carlos Santana Caíres, o Luiz do Foguete (PT), que curiosamente não sobre no palanque do companheiro e deputado em busca de reeleição Gabriel Guimarães (PT), além de Hélio Soares de Assis, o Boquinha (sem partido).

Base pulverizada

Aécio promete reajustar repasses do SUS

Em queda nas pesquisas após a aparição de Marina Silva (PSB) na sucessão presidencial, Aécio Neves se comprometeu, no sábado, durante encontro com lideranças políticas e simpatizantes em Ribeirão Preto, a reajustar a tabela de repasses do SUS (Sistema Único de Saúde) a estados e a hospitais conveniados, como parte de seu plano para garantir qualidade ao atendimento público na área de saúde. O candidato também prometeu criar clínicas de especialidades e o aumento dos recursos financeiros da União para o setor de saúde, inclusive com forte participação do BNDES.

Aécio afirmou que o reajuste da tabela do SUS será feito de forma escalonada a partir do primeiro ano de governo. Já a criação das clínicas de especialidades médicas, disse ele, vai superar um dos principais gargalos que hoje dificultam o atendimento à saúde pública. O assunto seria música para os ouvidos dos gestores do setor de saúde e, de modo especial, para prefeitos de pequenas e médias cidades, a quem cabe fazer a cobertura dos custos da saúde em razão da omissão do governo federal em reajustar a tabela de serviços do SUS.

osse pra valer, a notícia seria a salvação da lavoura para um prefeito petista, Manoel Jorge, de Januária, que planeja passar o hospital sob gestão municipal para uma fundação, com o argumento de que seria a única maneira de passar a atender planos de saúde privados e escapar da dos preços defasados pagos pelo SUS. A depender do governo federal, a unidade pode ser fechada a qualquer momento. Sem falar na rede Santa Casa de Misericórdia, também em petição de miséria em todo o país.

“O que nós queremos é requalificar o atendimento em saúde pública no Brasil com mais recursos, mas também com mais gestão, como fiz em Minas Gerais. Quero reafirmar esse compromisso de levar a saúde mais próxima de onde as pessoas vivem, com mais qualidade, com mais gestão e com maiores investimentos”, disse Aécio.

Promessas

Hospital de Januária não vai fechar, mas pode suspender atendimento de alguns serviços, diz presidente do CMS

O prefeito de Januária, Manoel Jorge (PT), já tem em mãos o diagnóstico do que levou a saúde no município para a UTI. Segundo o prefeito, as dores de cabeça que o setor tem lhe causado vão desde a herança maldita, acumulada ao longo do tempo, até a demanda reprimida em municípios do entorno, que levam os pacientes a bater na porta do Hospital de Januária. A unidade, como se sabe, está em regime pré-falimentar. O assunto foi trazido à luz do dia em recente ‘seminário’ promovido pela administração.

Mesmo com o diagnóstico em mãos, Manoel Jorge e sua equipe não têm a menor ideia de que remédio aplicar para reverter o quadro. Prova disso foi o bate-cabeça para desmentir a afirmação do secretário-adjunto de Saúde, Éder Castilho, de que o Hospital Municipal pode ser fechado em 90 dias, caso não se estanque a sangria causada pelo déficit operacional de R$ 260 mil mensais.

Suspensão temporária

Desatento, prefeito de Montes Claros parece não captar sinais do 'tempo político' ao fazer mudança de rota

 Imagem: www.revistatempo.com.br


O empresário e prefeito de Montes Claros, Ruy Muniz (PRB), tem feito algumas escolhas no mínimo discutíveis na atual temporada eleitoral. Na primeira delas, iniciou a cobrança da chamada taxa do lixo no exato momento em que a primeira-dama do município, Raquel Muniz (PSC), saia a campo para pedir o voto do eleitor montes-clarense na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados. Ruy insiste em manter a cobrança da taxa mesmo após a grande polêmica que o assunto gerou na cidade.

Filiado ao PRB, partido que apoia o PT na esfera federal e estadual, Ruy Muniz rompeu com o candidato petista ao governo de Minas, Fernando Pimentel. A ruidosa guinada de Muniz para os palanques tucanos de Pimenta da Veiga e Aécio Neves, no entanto, vai se mostrando como outro possível erro estratégico do prefeito de Montes Claros.

No instantâneo desse início do mês de setembro, a pouco de um mês para as eleições, o PSDB corre o risco de perder o mando do governo mineiro para o PT ainda no primeiro turno. Mas a safra de más notícias para Muniz não para por aí: sua aposta em Aécio Neves também carrega certa dose de risco: o Neto de Tancredo foi atropelado por Marina Silva (PSB) e corre o risco de ser derrotado por Dilma Rousseff até mesmo no sacrossanto território das Alterosas.

Bola de cristal

Além do fraco desempenho na disputa presidencial, o tucano enfrenta o risco de perder para o PT em Minas Gerais

Texto distribuído pela campanha a presidente do senador Aécio Neves (PSDB) neste sábado dá conta que o Partido da República reafirmou seu apoio às candidaturas do próprio Aécio, de Pimenta da Veiga na disputa pelo governo de Minas, e de Antonio Anastasia para o Senado. O PR de Minas diz que o partido permanece firme nos palanques tucanos. A própria necessidade de reafirmar a parceria política já é sinal, de per si, que algo não vai bem com a aliança.

A fala do presidente do PR em Minas, José Santana, vocaliza a mais recente dor de cabeça do candidato Aécio Neves: a necessidade de formar diques para conter a debandada geral que ameaça sua campanha depois das últimas pesquisas. No Datafolha, divulgado na sexta-feira (29), ele aparece na lanterna entre os candidatos realmente competitivos, com 15% das intenções de votos. O esforço imediato é no sentido de evitar a arribação dos aliados infiéis na direção da adversária Marina Silva (PSB) e até mesmo para o PT de Dilma Rousseff, e ainda evitar o prejuízo financeiro para a campanha com o distanciamento dos apoiadores de primeira hora.

Tatibitate

Marina atropela Dilma, por enquanto em empate técnico que pode ressuscitar o ‘volta Lula’

Marina Silva já ameaça deixar Dilma na poeira e coloca o PT em saia justa


A pesquisa Datafolha divulgada agora há pouco tem potencial para ser um balde de água fria nos humores do petismo. O levantamento apontou empate técnico de 34% entre a presidente Dilma Rousseff (PT) e a ex-senadora Marina Silva (PSB) na disputa pela sucessão presidencial. O Datafolha também reserva péssimas notícias para o senador Aécio Neves (PSDB), que voltou a cair e agora aparece com 15% das intenções de voto. A situação do tucano começa a ficar dramática na atual sucessão.

Mas a semana também foi madrasta para o PT. Além da recessão técnica em razão de nova queda no PIB e das repetitivas dores de cabeça nas estatais, os caciques petistas passam a conviver com um quadro impensável até o Cessna Citation cair em Santos, há menos de três semanas, causando a morte do então candidato Eduardo Campos.

A simulação de segundo turno do Datafolha mostra que Marina venceria Dilma Rousseff com dez pontos de vantagem (50% a 40%). Há tempo para uma reação da petista, claro!, mas começa a se consolidar o cenário que o PT mais temia: ser obrigado a enfrentar a ex-ministra de Lula em um segundo turno. Ninguém no partido tem a menor noção sobre qual arsenal adotar para enfrentar Marina.

Um segundo turno com Aécio seria o melhor dos mundos para os petistas, com a repetição da linha de argumentação mais fácil do ‘nós contra eles’. Com Marina, a coisa muda de figura, já que o eleitor parece perceber nela tudo que Lula já representou no imaginário popular: o mito da pessoa que enfrentou dificuldades na vida e soube superá-las, e mais do que isso, uma brasileira com quem é possível se identificar - na linha do 'gente como a gente'.

Marolinha?

O assunto do dia é a tal recessão técnica. O IBGE divulgou hoje o Produto Interno Bruto do trimestre e o número, com já sabem meus 17 leitores, veio pior que a encomenda: a produção de riqueza do país, para ficar numa explicação bem básica, recuou 0,6% no período. Como o PIB já estava 0,2% negativo no trimestre anterior, os economistas explicam que a nossa economia já não anda de banda, agora engatou marcha a ré. E por que recessão técnica? Porque pode ser que o movimento tenha se revertido ao longo do atual ciclo de três meses, que será fechado em setembro.

A economia em transe fez a festa da oposição à presidente e novamente candidata, Dilma Rousseff (PT). O tom foi de ironia. O candidato do PSDB, Aécio Neves, anunciou o final precoce do atual governo. Marina Silva se disse preocupada com o assunto. A conferir se a má fase da economia vai atrapalhar os planos de reeleição de Dilma. É pouco provável, porque a despeito do devagar quase parando da atividade econômica, a grande massa de eleitores ainda não percebe o tranco que o país vai levando. Enquanto o assunto não afetar o dia a dia das pessoas, Dilma passa de liso. A fatura pode vir depois que as urnas forem abertas, mas aí Inês é morta.

Surpresos com Dilma,  deputados e senadores querem derrubar veto ao projeto sobre a criação de municípios


Parlamentares da base do governo e da oposição devem derrubar o Veto 250/2014, ao projeto que trazia novos critérios para a criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios. Deputados e principalmente senadores não aceitam que a presidente Dilma Rousseff tenha anulado mais uma vez uma proposta analisada e votada pelo Congresso Nacional.

A grande questão é que o projeto foi construído de acordo com o posicionamento do Palácio do Planalto. Portanto, o veto foi uma surpresa. Para derrubar a decisão da presidente, são necessários 41 votos no Senado e 257 na Câmara. O quórum em Plenário e garantia de que a sessão ocorra são obstáculos a serem enfrentados.

O próprio líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), afirmou: "É muito difícil que esse veto seja mantido. Já foi difícil manter no projeto anterior". Por isso, a sessão não seria positiva para a Presidência da República.

Apreciação de vetos

Município volta a perder população em levantamento do IBGE


Rua central em Manga: cidade encolhe a cada levantamento do IBGE

A pequena Manga, no extremo Norte de Minas, volta a enfrentar o fenômeno do encolhimento populacional. A queda foi pequena, apenas 141 almas, mas confirma tendência que se arrasta nas últimas décadas. Segundo estimativa divulgada na quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município tem agora 19.757 habitantes, ante os 19.898 moradores apurados no mesmo levantamento realizado no ano passado.

Há quatro anos, a população estimada para Manga era de 19.813 moradores – o que representava queda acentuada em relação ao Censo do ano 2000, quando a população era de 21.959.

Mas não é só isso. Todos os municípios do entorno de Manga foram na direção contrária e registram incremento no número de moradores. Matias Cardoso (10.717), Itacarambi (18.350), Montalvânia (15.875), Juvenília (5.862), Miravânia (4.803), São João das Missões (12.539) e Jaíba (36.586) aparecem com maior número de habitantes, em maior ou menor grau, em relação ao levantamento anterior.

Tecnicamente, Manga enfrenta fenômeno conhecido como estagnação demográfica. O baixo crescimento demográfico, ou sua estagnação, exige a adoção de políticas públicas e planejamento também na esfera municipal, porque o envelhecimento dos moradores vai exigir gastos maiores com sistema de saúde, além da queda do PIB local.

Não há estudos conhecidos para detalhar o que acontece na cidade, mas certamente não se trata apenas da queda da taxa de natalidade que tem marcado os estudos sociodemográficos no país nas últimas décadas. O êxodo dos manguenses por falta de oportunidades em sua cidade é uma das causas prováveis da paralisia no avanço populacional.

Manga chegou a contar com 50,3 mil habitantes em 1991, número que caiu para menos da metade com a onda de emancipações que varreu o estado de Minas Gerais. O município perdeu território e população com as emancipações de Jaíba e Matias Cardoso, em 1992, Miravânia e Juvenília, quatro anos depois.

Montes Claros lidera na região

No Norte de Minas, Montes Claros manteve o status de município mais populoso da região, com 390.212 habitantes e grande folga sobre os demais. Janaúba (70,4 mil) e Januária (68,04 mil) aparecem em seguida, em disputa acirrada pelo posto de segunda maior população do norte-mineiro. Completam a lista dos 10 municípios mais populosos São Francisco (56,2 mil), Pirapora (55,9 mil), Bocaiuva (46,2 mil), Salinas (41,09 mil), Porteirinha (38,7mil),  Várzea da Palma (38,2 mil), Jaíba (36,5 mil), Taiobeiras (33,04 mil) e Brasília de Minas (32,4 mil).


Brasil tem 202 milhões de habitantes

Proposta orçamentária prevê salário mínimo de R$ 788 para 2015

Da Agência Brasil

A partir de 1º de janeiro de 2015, o salário mínimo deve ser R$ 788,06, segundo o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) 2015. Um reajuste de 8,8%. O anúncio foi feito hoje (29) pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, depois de entregar a proposta ao presidente o Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL). A ministra antecipou que o texto prioriza investimentos em saúde, educação combate à pobreza e infraestrutura.

A peça orçamentária traz uma mensagem da presidenta Dilma Rousseff com um diagnóstico sobre a situação econômica do país e suas perspectivas.

Pela Constituição, o prazo de entrega do projeto pelo Executivo termina no dia 31 de agosto. Mas, com a expectativa de conclusão da votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que define as metas e prioridades da administração pública federal, só na semana que vem, durante o esforço concentrado, o governo se antecipou. A LDO deveria orientar a elaboração da peça orçamentária.

“Coloquei  toda a equipe do ministério [do Planejamento] à disposição, para os esclarecimentos necessários, para que o Congresso possa fazer uma análise rápida do Orçamento e votá-lo até o fim do ano, prazo que o presidente do Senado [Renan Calheiros], confirmou que é possível fazer”, explicou a ministra.

O Orçamento Geral da União (OGU) é formado pelo orçamento fiscal, da seguridade e pelo orçamento de investimento das empresas estatais federais. A Constituição determina que a proposta seja votada e aprovada até o dia 22 de dezembro.

Inflação