SEDEX 10

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SEDEX 10

No Sábado, 30 Julho 2016 10:21.

Anastácio reúne militância para ‘esquenta’ e fala de entregas pendentes, principal dificuldade de sua gestão

O prefeito de Manga, Anastácio Guedes (PT), resolveu se mexer na semana decisiva para a indicação dos nomes que vão compor as chapas da eleição municipal de outubro. Anastácio reuniu cerca de 400 militantes na antiga pista de dança da Boate Califórnia, tradicional reduto dos encontros petistas na cidade (na foto ao lado). Aliados e militantes gostaram do que ouviram.

O petista, que não tem exatamente fama de bom orador, conseguiu empolgar a plateia de correligionários ao listar as realizações com as quais acredita estar apto para enfrentar a oposição, catalisada pelo seu antecessor no cargo, o ex-prefeito Joaquim Oliveira, o Quinquinha do Posto Shell (PPS). Quem esteve por lá, relata que Anastácio está empolgado e disposto a não entregar a rapadura para a oposição.

Joaquim do Posto contava com uma eleição tranquila (veja análise aqui), mas já tem dados sinais de que está preocupado com uma disputa em que o dinheiro será escasso e o tempo para convencimento do eleitor mais curto. O que afeta todos os concorrentes, por óbvio, mas cria dificuldades extras para quem não conta com a máquina administrativa como parte do processo de convencimento do eleitor.   

Uma das grandes dificuldades de Anastácio nesta eleição será mesmo as entregas de final de mandato. Obras existem, e até em bom número, mas elas dificilmente ficarão prontas até o dia da eleição. Ainda assim, o petista falou com entusiasmo daquilo que considera ser o maior aporte de recursos proporcionais que o município teria recebido em quase 100 anos de história. Fiador do seu mandato, o deputado estadual Paulo Guedes (PT) não compareceu ao encontro.

O prefeito fez descrição em ordem cronológica das suas realizações e destacou o que seriam investimentos da ordem de R$ 30 milhões no Bairro Arvoredo e adjacências. Essa região é responsável pelo maior adensamento populacional da cidade e concentra, proporcionalmente, o maior eleitorado do município. Essa região, segundo Anastácio, será beneficiada com a escola técnica federal e as obras de asfalto iniciadas no mês passado e que a oposição tentar carimbar como eleitoreira.

O petista diz que em seu mandato foi resolvido o problema crônico da falta de água no bairro, além da instalação da rede de esgoto – aquela obra que ninguém sabe que existe, mas que custa caro aos cofres públicos. É com esse repertório que a atual administração espera melhorar a avaliação do prefeito no Bairro Arvoredo e entorno. 

Não saiu ainda nenhuma pesquisa oficial de intenção de voto em Manga, mas os levantamentos internos feitos pelos partidos para orientar suas alianças e decisões indicariam que Anastácio chega ao início da campanha eleitoral como segundo colocado na disputa, que tem Joaquim do Posto na liderança. A eleição promete ser polarizada entre Anastácio e Quinquinha do Posto, mas deve contar ainda com o tertius Hugo Mota (PSDB),  a terceira opção de escolha para o eleitorado, que deve entrar na disputa amparado por um bom número de candidatos a vereador, com filiados ao DEM, PMDB e ao próprio PSDB– siglas que ele controla no município.

Entrega expressa

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FICHA CAI PARA PREFEITO: CONTAS NÃO FECHAM

No Sábado, 30 Julho 2016 09:18.

Amams apela para decreto conjunto de calamidade financeira, que permite redução de salários e revisão de contratos

 Pense numa turma desanimada: Luizinho de São Francisco fala para platéia de prefeitos temerosos com os efeitos da crise financeira em suas campanhas pela reeleição 

O receio tardio de que podem incorrer na lei de responsabilidade fiscal levou mais de 30 dos 80 prefeitos filiados à Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene (Amams) a anunciarem a decretação conjunta de calamidade financeira em suas cidades. Em encontro na quinta-feira (28/7), em Montes Claros, prefeitos norte-mineiros pediram ao departamento jurídico da Amams para estudar a possibilidade legal de emissão do instrumento compartilhado em que admitem a quebradeira. A minuta do documento deve ser enviada com urgência para cada prefeitura da região, que, após adequar o texto à realidade local, farão sua publicação.

A Amams repete a estratégia utilizada na realização de concursos públicos e no decreto que tentou implementar compras compartilhadas para municípios filiados, ao emitir orientação comum que deve ser acatada por todos os prefeitos.  

Com o reconhecimento assumido de falência, os municípios tentam pressionar o Estado e a União para preservar e garantir a assistência à população, na tentativa de evitar o iminente colapso nos serviços oferecidos pelas prefeituras da região. O decreto deve valer por seis meses (por motivos que dispensam comentários) e vai permitir que às prefeituras renegociarem contratos com fornecedores e até reduzirem temporariamente salários de servidores. A justificativa dos prefeitos é que a crise diminuiu a arrecadação de impostos e os repasses do governo federal. A conta não fecha, caiu, enfim, a ficha.

Seja como for, a crise ronda o Brasil desde 2008, quando o então presidente Lula, agora indiciado pela Operação Lava Jato, em um dos seus muitos erros de avaliação e da clássica soberba que precede toda queda, tratou o tema com desdém – a famosa marolinha. Oito depois, o Brasil vive a pior depressão desde que Pedro Álvares Cabral aportou por aqui.

Os mais de 30 prefeitos presentes ao encontro na Amams demonstraram preocupação com o fato de que não terão como pagar as contas até o final do mandato. Muitos deles sinalizaram que não têm como evitar chegar ao final dos seus mandatos no temido rol dos políticos ficha-sujas.

Muitos desses prefeitos vão disputar a reeleição e se deram conta que a crise financeira pode ter impacto no humor do eleitorado. Noutra frente, os gestores decidiram suspender o transporte escolar na volta das férias, em protesto pelo atraso nos repasses das verbas do serviço por parte do governo do petista Fernando Pimentel.

O presidente-tampão da Amams e prefeito de São Francisco, Luiz Rocha Neto (PMDB), avalia que os municípios do norte-mineiro enfrentam os reflexos da retração da economia, principalmente os que dependem do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que tiveram quedas ao longo dos seis meses deste ano, mas que vem ocorrendo desde o início do mandato dos atuais gestores, em 2014. O que Luiz Rocha não disse, eu digo aqui: todos os municípios da região, exceção que não se faz nem mais ao quebrado Montes Claros, dependem do FPM e do ICMS.

Yuji Yamada: 'A união faz a força...'

O prefeito de Janaúba, o empresário Yuji Yamada (PRB), uma das maiores decepções da atual safra de gestores municipais, que desistiu da reeleição após comandar desastre administrativo na terra do Gorutuba, admite que não vai conseguir pagar os salários aos servidores locais. Yuji reclamou que Janaúba tem defasagem 0,2 pontos no coeficiente que referencia os repasses federais do Fundo de Participação dos Municípios – Janaúba recebe valores relativos a 2.4, mas o número de habitantes já o credenciaria para o de 2.6 - o que representaria uma diferença anual de R$ 702 mil em valores atuais. Segundo o prefeito, o IBGE não aceitou revisar os valores dos repasses até a realização de novo censo.

Enquanto isso, diz o japa, as despesas aumentam e o valor dos recursos repassados pelo governo federal continua o mesmo, ou quando não há queda. Yuji não fez na Prefeitura de Janaúba o que já teria feito na Brasnica, uma das maiores exportadoras de frutas do país: o famoso corte estrutural de despesas.

“Todos os municípios estão em calamidade financeira. Por isso, precisamos formalizar este decreto e entregar aos governos. Neste momento, temos que estar unidos para sair desta crise. Com certeza, os atuais gestores convivem com o pior momento financeiro em suas administrações”, afirmou o prefeito de Janaúba em despacho enviado aos jornalistas pela assessoria de imprensa da Amams.

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NOVELO DE ARIADNA

No Sexta, 29 Julho 2016 08:23.

Doutor Cândido assume PRB em Manga. Preside, mas não manda...

Fim provisório do imbróglio em torno da comissão provisório do PRB em Manga. A Justiça Eleitoral, em Belo Horizonte, confirmou ontem a nova composição da direção do partido no município. O médico Cândido Emílio Dourado ocupou a vaga de presidente em lugar do irmão e atual vice-prefeito, Eliel Seixas Dourado.

A rasteira política de rasteiras adotada pelos vereadores Luiz Carlos Santana Caíres, o Luiz do Foguete, e Eziquel Castilho, que entraram no partido há quatro meses surtiu efeito. Pressionada, a vice-presidente regional do PRB em Minas, Ariadna Muniz interveio na comissão provisória. Luiz do Foguete é o novo vice-presidente da comissão, que tem ainda Eziquel Castilho (tesoureiro) e a candidata a vereadora Edneida Mendes Batista (vogal).

Não faltou nem mesmo o erro original do nepotismo no novo comando do PRB manguense. Telma Santos Caíres, mulher de Luiz do Foguete, é a nova secretária do núcleo local da sigla. A surpresa fica por conta da indicação à revelia do doutor Cândido para a presidência da comissão. Luiz do Foguete quis fazer um afago, mas o que conseguiu na verdade foi ridicularizar ainda mais o amigo Cândido Dourado. Ele presidente o PRB de Manga, mas não manda. É uma espécie de Rainha da Inglaterra, porque a maioria composta pelos dois vereadores retira do médico qualquer autonomia.

Eliel recorre 

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SEU LULINHA TINHA UM SÍTIO

No Sexta, 29 Julho 2016 07:56.

Laudo da PF diz que Lula e Marisa Letícia orientaram reforma de cozinha de sítio

Sítio Santa Bárbara, em Atibaia, que recebeu reforma milionária paga pela OAS

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula voltaram ao noticiário na segunda-feira (28) após a Polícia Federal divulgar laudo no qual afirma que o casal ‘orientou’ as reformas realizadas no Sítio Santa Barbara, em Atibaia (SP). O material foi enviado ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, de quem, como se sabe, Lula nutre um terro horror – a ponto de denunciá-lo à ONU por ameaça de perseguição.

O Sítio de Atibaia é o batom na cueca de Lula. Como explicar que ele tenha participado da decisão de investir R$ 1,7 milhão em uma propriedade que não é sua, como ele alega, com base no fato de que a escritura do imóvel está em nome dos amigos Fernando Bittar e Jonas Suassuna.

O sítio é frequentado pela família do ex-presidente e alvo das investigações da Operação Lava Jato, que apura a suspeita de que as obras foram pagas pela construtora OAS. O laudo da PF traz indicações contundentes de que a OAS, investigada na operação Lava Jato, fez mimos milionários para Lula desde o tempo em que ocupara a Presidência da República.

"Os peritos apontam para evidencias substanciais que a Cozinha Gourmet foi reformada e instalada entre o período aproximado de março a junho de 2014, tendo sido acompanhada por arquiteto da OAS, sob comando de Léo Pinheiro [ex-presidente da empreiteira] e, segundo consta nas comunicações do arquiteto da Construtora, com orientação do ex-presidente Lula e sua esposa", diz trecho do laudo.

Lula nega mais uma vez ser dono do sítio. Tecnicamente está correto, pois não está no seu nome. Mas de alguém com a história de biografia de Lula se esperava mais decência e cuidados. Ele certamente pode comprar um sítio bem melhor do que o de Atibaia com o dinheiro que acumulou ao longo da vida – inclusive os R$ 30 milhões que recebeu como palestrante de empresas altamente suspeitas. Esconder patrimônio é crime. Ontem a Polícia Federal deixou Lula sem respostas com a quantidade de evidências que apresentou. O ex-presidente começa a ficar ridículo com suas negativas.

[Com Agência Brasil]


P.S.: Por anda o senador e neto de Tancredo, Aécio Neves¿ Foi abduzido¿ Está preparando sua defesa para a hipótese da Andrade Gutierrez contar histórias que gostaria de esconder¿ A propósito, penso que o jornal ‘Folha de S.Paulo’ deveria pedir de voltar o espaço nobre que concede ao senador. Pelo menos até que ele prove não ter nada com as recorrentes insinuações em torno do seu nome.

 

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CHOQUE DE REALIDADE

No Quinta, 28 Julho 2016 19:29.

Joaquim do Posto Shell já adota discurso para explicar eventual derrota em Manga

O ex-prefeito de Manga e novamente candidato Joaquim Oliveira, o Quinquinha do Posto Shell (PPS), chegou a imaginar que a disputa pelo mando no município seria um passeio. Exilado em Januária desde que deixou a Prefeitura, no início de 2013, o ex-prefeito calculava que bastaria retornar para Manga, lançar seu nome como candidato e partir para o abraço. Era para ser uma barbada: voltar e passar a mão no cargo. 

A percepção otimista, no entanto, parece ter se adaptado à dura realidade da política (e da economia do país, por que não? à medida que se aproxima o dia em que a campanha finalmente vai às ruas. Joaquim do Posto tem dito aos seus correligionários mais próximos que a disputa em Manga será difícil. O discurso agora é de que ele vai enfrentar não o prefeito Anastácio Guedes (PT), mas a força eleitoral do deputado estadual mais votado na história de Minas Gerais nas eleições de dois anos atrás para a Assembleia Legislativa. A referência, claro, é ao desempenho deputado petista Paulo Guedes – seu arquirrival na política manguense. 

No plano das coisas reais, Joaquim do Posto precisa mesmo é tentar barrar o projeto de reeleição de Anastácio, mas faz tentativa sutil de construir desde já um discurso para a eventualidade (distante, mas não impossível dado ao fraco arco de alianças que vai conseguir montar) de ser derrotado nos seus planos de voltar a comandar o município. O complicador na vida fácil imaginada por Quinquinha do Posto na sucessão em Manga apareceu depois que a atual administração começou as obras de pavimentação asfáltica da Avenida Ayrton Senna e de vias transversais nos bairros Arvoredo e Novo Cruzeiro – região da cidade que concentra, nominalmente, o maior número de eleitores do município. 

A oposição tenta colocar na obra de Anastácio a pecha de que seria eleitoreira e torce para que ela não fique pronta a tempo de ainda render algum dividendo eleitoral. Desde que o canteiro de obras foi instalado na periferia da cidade, há quase um mês, a oposição deu início a uma campanha de denúncias contra a gestão Anastácio. Numa delas, um ex-motorista que a oposição adotou como homem-bomba acusa a primeira-dama do município e secretária de Ação Social, Jirlene Vieira Lima, de comandar esquema de desvio de pagamento de diárias por viagens a serviço.

O Ministério Público ainda não se pronunciou sobre o assunto, mas é pouco provável que a denúncia tenha consistência. Noutra frente, a oposição ligada ao ex-prefeito Joaquim do Posto, agora com quatro vereadores, contou com a sorte da juíza substituta Roberta Sousa Alcântara Dayrell ter requentado acusação antiga sobre prática de ato de improbidade na contratação dos serviços de serralheria da microempresa Silvano Ferreira de Souza. Uma ação civil pública (ACP) proposta pelo Ministério Público há quase um ano diz que a firma pertenceria na verdade a José Carlos Rocha, o Zé Graia, primo do atual prefeito.

O cadastro de constituição da microempresa foi aberto na Associação Comunitária do Santa Eulália e bairros Adjacentes (Acoseuba), uma ONG criada pelo servidor público Valfrido Morais Ribeiro – que tempos depois foi nomeado para o cargo de pregoeiro do município. O episódio serviu para animar o denuncismo da oposição, mas parece não ter potencial para impedir a candidatura de Anastácio. Do ponto de vista político, a acusação de que o prefeito teria participado de esquema de desvio de verbas também parece carecer de fundamentação – embora a denúncia do Ministério Público tenha sido muito competente nesse sentido. Por outro lado, os sinais externos de pobreza exibidos pelo serralheiro Zé Graia não coadunam com alguém que tenha recebido recursos públicos na maciota.

 

O hamster do vereador 

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RUY SAI DA PRISÃO DOMICILIAR, MAS SEM CARGO

No Quarta, 27 Julho 2016 16:46.

Tribunal relaxa prisão domiciliar do prefeito afastado de Montes Claros  

 Ruy Muniz de volta às ruas, após 100 dias de detenção, volta a articular projeto de reeleição

O Tribunal Regional Federal da Primeira Região, aqui em Brasília, acaba de revogar a prisão domiciliar do prefeito afastado de Montes Claros, Ruy Muniz (PSB), conforme antecipamos aqui na manhã desta quarta-feira. Os desembargadores votaram em favor da liberdade provisória do prefeito, mas a decisão não autoriza o seu retorno ao cargo.

Montes Claros segue sob nova direção, aos cuidados do vice-prefeito e interino Zé Vicente Medeiros, o Zé Vicente e Sua Gente (PMDB). O TRF-1ª Região manteve a proibição de contatos entre Ruy Muniz e os servidores com funcionários municipais.

O prefeito afastado está autorizado a deixar a mansão que comprou do espólio do ex-deputado Wilson Cunha, no Bairro Ibituruna – aquela que seus desafetos apelidaram de ‘Gaiola de Ouro’, em referência à sua prisão domiciliar de 100 dias. A volta de Muniz às ruas deve ter impacto na sucessão municipal na principal cidade do Norte de Minas. Montes Claros, por sinal, estava em compasso de espera para saber se o prefeito afastado vai ou não disputar a própria reeleição.

Ruy Muniz será mesmo candidato e até já marcou a convecção do PSB para a quinta-feira, 4 de agosto – quando se lança oficialmente candidato à reeleição. Muniz agora precisa correr contra o tempo para tentar recuperar ao mínimo o controle da situação. Durante sua estadia forçada na prisão, muitos dos seus aliados ensaiavam voo próprio. O próprio prefeito interino Zé Vicente chegou a cogitar sair candidato. O ex-deputado Jairo Ataíde (DEM) também iniciou caminhada em faixa própria, mas agora pode compor com Muniz e indicar a esposa, a ex-deputada Ana Maria Resende (PSDB), para a vice do PSB.


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NO PEITO DE MJ BATE UM CORAÇÃO TUCANO

No Quarta, 27 Julho 2016 13:19.

Fora da própria sucessão, prefeito de Januária não demonstra interesse por candidatura petista

Depois de surpreender o eleitor Januarense com a desistência em disputar a reeleição, o prefeito Manoel Jorge pode voltar a decepcionar. Desta vez aos companheiros do partido da estrela vermelha no município. O petista dados sinais de que nutre simpatia pela candidatura de João Lima Filho (PSDB), filho do ex-prefeito João Lima, que deve ter como vice um aliado da atual administração, o presidente da Câmara Municipal, vereador Rodrigo Fernandes (PHS). Segundo uma fonte, Manoel Jorge já teria conversado com o grupo de Lima que tem, entre outros padrinhos, o advogado e ex-deputado Cleuber Carneiro.

O desapego de Manoel pelo segundo mandato é oficialmente atribuído por pressões familiares para que deixe a política. Nos bastidores, há outra versão para a renúncia do prefeito em usar a prerrogativa de disputar a própria sucessão: além do baixo desempenho nas pesquisas eleitorais, ele teria feito acordo de bastidores com o PSDB para mandar ao arquivo duas denúncias contra sua gestão que dormem em berço esplêndido nas gavetas do presidente da Câmara, Rodrigo Fernandes. As denúncias poderiam resultar nas comissões processantes do Prevjan e da Saúde. Uma fonte ligada ao prefeito, entretanto, diz que não há denúncia contra Manoel Jorge na Câmara e que isso não passa de boatos típicos de períodos eleitorais.

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A SUPER-QUARTA DE MUNIZ

No Quarta, 27 Julho 2016 08:23.

Prefeito afastado deve ter prisão domiciliar relaxada ainda hoje


A roda da sucessão municipal em Montes Claros, no Norte de Minas, fica suspensa nesta quarta-feira (27), quando todos os olhares se voltam aqui para Brasília. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região volta a analisar se na tarde de hoje se suspende ou não a prisão domiciliar do prefeito afastado Ruy Muniz (PSB), preso desde o dia 18 de abril pela Polícia Federal sob a acusação de ter feito uso do cargo para beneficiar o Hospital Mário Ribeiro da Silveira com verbas do SUS.


Muniz, que está em prisão domiciliar desde meados de maio, após ter passado por uma crise de hipertensão arterial no Presidio Regional de Montes Claros, vive dias de expectativa há pelo menos dois meses com os sucessivos adiamentos da decisão judicial que vai levá-lo de volta ao cargo de prefeito e, por consequência, ao processo eleitoral que vai definir sua sucessão.

Na sessão de hoje o TRF-1ª Região vai decidir pelo relaxamento ou não de sua prisão domiciliar e pela acusação de que teria descumprido o regime ao tentar montar uma administração paralela em casa, onde teria recebido servidores municipais para saber e tomar decisões inerentes ao cargo de prefeito.

A prisão de Ruy Muniz, que agora chega aos 100 dias, engessou as articulações dos partidos políticos com vistas à indicação de candidatos à disputa majoritária no município. O PSDB e o DEM do casal Ana Maria Resende (ex-deputada) e Jairo Ataíde (ex-prefeito e ex-deputado), por exemplo, ameaçaram seguir raia própria na disputa.

A quarta-feira que promete ser decisiva para Muniz curiosamente passou despercebida no jornal ‘O Norte’, de sua propriedade. O tom é de cautela mesmo entre os articulistas do jornal, entre eles alguns escribas mais apaixonados que ofendem até mesmo a lógica na defesa do empresário-político.

Quem tratou do assunto em manchete foi a ‘Gazeta Norte Mineira’, de oposição a Muniz. Ainda assim para jogar a toalha e cravar que ele terá decisão favorável logo mais, após passar por sequência de quartas-feiras agônicas e tensas com o jogo de filigranas e chicanas tão tradicionais nas altas cortes desse país grande e bobo – para lembrar cronista mineiro desaparecido após a crise que ameaça por em extinção a inteligência na imprensa mineira.

Ir e não vir

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ARTIFÍCIOS: A REVANCHE DE LUIZ DO FOGUETE

No Terça, 26 Julho 2016 08:30.

Vereador usa tática Cavalo de Tróia para tomar PRB do vice-prefeito de Manga

 Eliel perde mando do PRB e chance de ser candidato após aceitar o acesso de Luiz do Foguete (D) nos intramuros do partido em Manga

O vereador Luiz Carlos Santana Caíres, o Luiz do Foguete, é o novo presidente da comissão provisória do PRB em Manga. Ele assume o lugar ocupado anteriormente pelo vice-prefeito do município, Eliel Seixas Dourado, e coloca ponto final na disputa interna que dominou a cena da sucessão local ao longo dos últimos dois meses. O também vereador Eziquel Castilho deve ocupar cargo na direção local da sigla.

Luiz do Foguete, egresso do PT, e Eziquel Castilho ex-PR, são cristãos ainda frescos no PRB de Manga, onde entraram há pouco mais de quatro meses na data-limite da janela partidária criada no ano passado. A manobra para retirar o PRB manguense das mãos do vice Eliel lembra a lenda grega do Cavalo de Tróia, o presente enviado aos troianos e que continha em seu interior centenas de soldados gregos, responsáveis por encerrar uma guerra que se prolongava por 10 anos (Gregos e troianos entraram em guerra depois que Páris, filho do rei de Tróia, raptou a princesa Helena de Tróia, mulher de Menelau).

Dá guarida ao vereador Luiz do Foguete nas fileiras do PRB parece ter sido o erro fatal de Eliel e do seu irmão e até aqui o mandachuva do partido no município, o médico Cândido Emílio Dourado. Vice-presidente do PRB estadual, a médica Ariadna Muniz teria validado a mudança. Ariadna, que é irmã do prefeito afastado de Montes Claros, Ruy Muniz (PSB), disse ao site na semana passada que o impasse no partido seria resolvido localmente. Não foi. Segundo uma fonte, a decisão de destituir Eliel teria passado pelo diretório nacional da sigla

O movimento representa uma dura derrota para o vice-prefeito Eliel, que havia marcado a convenção do partido para esta terça-feira, quase às escondidas, logo após tomar conhecimento de que a comissão provisória seria destituída. O doutor Cândido Emílio Dourado, irmão do vice, também sai chamuscado na história, porque teria partido dele a iniciativa de se aproximar de Luiz do Foguete e abonar sua filiação ao partido.


Leia também:

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ALIADOS MANOBRAM PARA TIRAR PRB DE ELIEL

NOVELO PARA ARIADNA DESENROLAR

A TERCEIRA VIA EM MANGA SUBIU NO TELHADO?

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FOGOS DE MUITOS ARTIFÍCIOS


Vendedor de fogos de artifícios, profissão que agregou ao seu nome de guerra, o vereador Luiz do Foguete participou da contagem da virada para este ano eleitoral ao lado do então amigão Cândido Dourado (PRB). A queima dos fogos festivos com os quais o doutor Cândido iluminou os céus da cidade no primeiro dia deste ano de 2016 para rivalizar com o evento de virada do ano realizado pela Prefeitura de Manga, vieram do fornecedor Luiz do Foguete.

Embalados pelo bom uísque da reserva especial do doutor, Cândido e Luiz traçaram planos grandiosos para o futuro, enquanto a demorada queima des fogos iluminava a madrugada calorenta do sertão mineiro. Luiz do Foguete sonhava em se viabilizar como a terceira via que iria colocar de lado a bipartição entre o atual prefeito, Anastácio Guedes (PT), e seu antecessor no cargo, Joaquim Oliveira Sá, o Joaquim do Posto Shell (PPS).
Luiz almejava ser promessa na política local para esta sucessão, mas ficou nisso mesmo - mera promessa. A terceira via em aliança com o PR do advogado Maurício Magalhães deu em nada e o vereador iniciou movimento de aproximação com o ex-prefeito Joaquim do Posto Shell, de quem espera ser indicado como vice até a próxima semana. Os planos do vereador, contudo, bateram de frente com os do vice-prefeito Eliel Dourado, que tinha o controle do partido e queria ser ele mesmo indicado a vice em qualquer composição ou, inclusive com o PT de Paulo Guedes, ou, ainda, disputar a eleição majoritária pelo PRB.

Política de rasteiras

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ARTIFÍCIOS: A REVANCHE DE LUIZ DO FOGUETE (2)

No Terça, 26 Julho 2016 08:30.

Vereadores usam tática Cavalo de Troia para tomar PRB do vice-prefeito de Manga

 Eliel perde mando do PRB e chance de ser candidato após aceitar o acesso de Luiz do Foguete (D) nos intramuros do partido em Manga

O vereador Luiz Carlos Santana Caíres, o Luiz do Foguete, é o novo presidente da comissão provisória do PRB em Manga. Ele assume o lugar ocupado anteriormente pelo vice-prefeito do município, Eliel Seixas Dourado, e coloca ponto final na disputa interna que dominou a cena da sucessão local ao longo dos últimos dois meses. O também vereador Eziquel Castilho deve ocupar cargo na direção local da sigla.

Luiz do Foguete, egresso do PT, e Eziquel Castilho ex-PR, são cristãos ainda frescos no PRB de Manga, onde entraram há pouco mais de quatro meses na data-limite da janela partidária criada no ano passado. A manobra para retirar o PRB manguense das mãos do vice Eliel lembra a lenda grega do Cavalo de Tróia, o presente enviado aos troianos e que continha em seu interior centenas de soldados gregos, responsáveis por encerrar uma guerra que se prolongava por 10 anos (Gregos e troianos entraram em guerra depois que Páris, filho do rei de Tróia, raptou a princesa Helena de Tróia, mulher de Menelau).

Dá guarida ao vereador Luiz do Foguete nas fileiras do PRB parece ter sido o erro fatal de Eliel e do seu irmão e até aqui o mandachuva do partido no município, o médico Cândido Emílio Dourado. Vice-presidente do PRB estadual, a médica Ariadna Muniz teria validado a mudança. Ariadna, que é irmã do prefeito afastado de Montes Claros, Ruy Muniz (PSB), disse ao site na semana passada que o impasse no partido seria resolvido localmente. Não foi. Segundo uma fonte, a decisão de destituir Eliel teria passado pelo diretório nacional da sigla

O movimento representa uma dura derrota para o vice-prefeito Eliel, que havia marcado a convenção do partido para esta terça-feira, quase às escondidas, logo após tomar conhecimento de que a comissão provisória seria destituída. O doutor Cândido Emílio Dourado, irmão do vice, também sai chamuscado na história, porque teria partido dele a iniciativa de se aproximar de Luiz do Foguete e abonar sua filiação ao partido.


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Embalados pelo bom uísque da reserva especial do doutor, Cândido e Luiz traçaram planos grandiosos para o futuro, enquanto a demorada queima des fogos iluminava a madrugada calorenta do sertão mineiro. Luiz do Foguete sonhava em se viabilizar como a terceira via que iria colocar de lado a bipartição entre o atual prefeito, Anastácio Guedes (PT), e seu antecessor no cargo, Joaquim Oliveira Sá, o Joaquim do Posto Shell (PPS).
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Política de rasteiras