MINAS VAI PAGAR PISO PARA PROFESSOR

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DÊNISTON LANÇA 'REMEIROS DO SÃO FRANCISCO'

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DILEMAS DA PÁTRIA EDUCADORA

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Nova mudança no primeiro escalão em Januária

O secretário municipal de Obras e Serviços Urbanos da Prefeitura de Januária, Edilberto Magalhães, o Careca, entregou o cargo na tarde desta quinta-feira (26), durante conversa no gabinete do prefeito Manoel Jorge (PT). Careca fica no cargo até terça-feira, quando cede a vaga para Paulo Batista da Silva Lopes, conhecido na cidade como Paulão da Cemig, 60 anos. Bancário aposentado, Edilberto Careca alegou necessidade de tocar seus negócios privados, entre uma propriedade rural no município.

Careca assumiu o cargo em junho do ano passado, durante a reforma administrativa que Manoel Jorge fez para tentar freada de arrumação no governo. Na ocasião, Careca sucedeu Manoel Santana, que foi nomeado recentemente para a gerência local do Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Idene). A mudança acontece poucos dias após Manoel Jorge ter mudado o comando da Secretária da Saúde, com a nomeação de Jacy Ferreira de Carvalho para a vaga aberta com a saída de Eder Castilho.

Só na saúde, o prefeito acumula cinco titulares, com permanência média no cargo de apenas seis meses. O eleito normalmente desconhece o nome dos secretários do seu município, mas em Januária há uma dificuldade extra: os secretários não param nas suas cadeiras. Do time original que tomou posse com o petista há pouco mais de dois anos sobrou quase ninguém. As poucas exceções incluem Weber Oliveira (Agricultura) e Ilson Almeida Oliveira, o Ilsão do Pará (Transporte).

Anastácio fecha detalhes para tirar do papel primeira obra com peso no mandato

Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe, diz um velho provérbio. Pois bem, a agonia da falta de resultados mais concretos da administração Anastácio Guedes (PT) em Manga parece mais perto do fim. Assessores do prefeito correm contra o tempo para apresentar a documentação que vai permitir à Caixa Econômica Federal, em Januária, a liberação da verba, repassada há mais de um ano ao município pelo Ministério da Agricultura, para execução das obras do futuro mercado municipal.

A vencedora da licitação do último dia 10 de março foi a Construtora Reis Instalações e Serviços, de Januária. O novo mercado tem custo estimado de R$ 754 mil, valor que já incorpora a contrapartida do município, orçada em pouco mais de R$ 50 mil. A Prefeitura de Manga precisa apresentar a documentação da licitação, que teve como única participante a empresa vencedora. Assim que cumprir mais essa etapa, Anastácio pretende assinar a ordem de serviço para o início da obra com pompa e circunstância. Afinal, não há mal que sempre dure...

Do ponto de vista político, o prefeito vence demorada etapa que vai possibilitar retirar sua gestão da linha do volume morto quando o assunto é obras. O trabalho de uma administração, por óbvio, não se resume só as intervenções na paisagem por meio de obras físicas. Há as chamadas realizações intangíveis, aquelas que mudam o cotidiano das pessoas para melhor embora não tenham vulto no portfólio de execuções do gestor, por exemplo, boa assistência na área da saúde ou incremento nos índices de aprendizagem na rede municipal de ensino, sem falar na valorização de minorias e ações de cunho social. A administração avalia que tem feitos nessa seara, mas a população parece não perceber - vide os indícios de impopularidade do atual prefeito. Todas elas de difícil aferição pela população votante.

Pressa

Câmara debate emenda que propõe prorrogar mandatos dos atuais prefeitos e vereadores e unificar eleições no Brasil

A reforma política em curso no Congresso Nacional inclui um item que é nitroglicerina pura: a prorrogação dos mandatos dos atuais prefeitos e vereadores por maisdois anos já neste mandato. O tema está em debate na Comissão Especial da Reforma Política e tem o objetivo de unificar as eleições no Brasil, com a criação de critério que possibilite a coincidência de mandatos e a adoção de eleições gerais a cada quatro ou cinco anos, e não mais eleições alternadas a cada dois anos, como ocorre atualmente.

A Câmara dos Deputados discute o assunto há pelo menos dois anos, via emenda constitucional que tem potencial para mudar significativamente a vida política brasileira. Associações de prefeitos e vereadores discutem a pauta em congressos reginais e já têm planos para lotar a Praça dos Três Poderes com seus filiados, como forma de pressão pela aprovação da medida. Os atuais prefeitos abririam mão da reeleição - para os que terão condições em disputá-las em 2016, porque a atual safra de mandatários não tem ainda muito o que mostrar. Salvo a exceções de praxe. Dois anos extra de mandato podem ser um brinde para políticos que seriam mesmo mandados de volta para casa - chance de reabilitação ante o eleitorado ou mera punição para o povo nos casos de gestões desastradas. 

O tema deve ganhar a ordem do dia ainda no primeiro semestre deste ano, com a votação da sempre prometida reforma política que tem a proposta como um dos seus itens de destaque: a prorrogação dos mandatos, por mais dois anos, de todos os prefeitos. Quem entende do riscado garante que a alteração constitucional passa facilmente no plenário da Casa, o que abre caminho para a realização de eleições gerais já em 2018, com votação em uma única data para presidente da República, governadores, deputados estaduais, federais, senadores, prefeitos e vereadores.

Mas nem todo mundo concorda com a mudança, sobretudo pela escolha do momento em que ela vem a público. Há um complicador em conceder aos atuais prefeitos e vereadores eleitos mais dois anos de mandato: é quebra da ordem constitucional e mudança da norma com o jogo em andamento.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, disse há duas semanas, durante audiência na Câmara dos Deputados, que, se a medida for adotada pela comissão especial que discute a reforma política, é preciso cuidar para que ela só passe a vigorar a partir de 2020 ou mesmo depois. “O STF não vai aceitar a prorrogação dos mandatos dos atuais prefeitos por dois anos, antes que as eleições no Brasil sejam unificadas”, disse o ministro.

Sem clima

Governo promete pagamento do piso nacional da educação básica até final do atual mandato 

[AGÊNCIA MINAS] - Em reunião do Grupo de Trabalho do Piso Salarial da Educação, realizada nesta terça-feira (24/03), o Governo de Minas Gerais garantiu às entidades sindicais que irá pagar o piso nacional, no valor de R$ 1.917,78, durante o mandato do governador Fernando Pimentel. Hoje, o vencimento básico é de R$ 1.455,00 e, para alcançar o valor reivindicado pela categoria, o governo irá reajustar o piso ano a ano.

O encontro foi coordenado pelo secretário-adjunto de Planejamento e Gestão, Wieland Silberschneider, que destacou o avanço da proposta do governo, apresentada na última reunião, realizada no dia 12 de março. “O primeiro passo já foi dado. Nossa proposta de abono de R$ 160,00 já em maio representa um terço da diferença entre o que é pago hoje e o valor do piso nacional. Esse valor passaria a ser incorporado ao vencimento básico dos servidores em quatro parcelas de R$ 40,00 nos meses de julho e outubro de 2015 e janeiro e abril de 2016”, explica Wieland.

Alimentação garantida

Governador anuncia compra de avião por R$ 28 milhões

Número de aeronaves passa de sete para quatro, após venda de quatro aeronaves para economizar com manutenção da frota

Comprar um avião não é para quem pode. O governador de Minas, Fernando Pimentel, decidiu reduzir de sete para quatro aeronaves a frota oficial do Gabinete Militar, utilizada pelo governador e vice, pelos secretários, em ações de Defesa Civil e transporte de órgãos para transplante.

Dois aviões, já fora de uso, estão em via de serem leiloados. Outro jato e mais um helicóptero, ainda em operação, serão leiloados até o final do ano. O argumento é de que o Estado vai economizar recursos, o que espaço para que o governo compre um avião novo, com valor previsto de compra (incluindo treinamento) de R$ 28 milhões, com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Economia

Governo promete normalizar distribuição em municípios não atendidos

O secretário de Estado de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste de Minas Gerais, o deputado petista Paulo Guedes, se reuniu, na manhã desta segunda-feira (23), com produtores rurais e donos de laticínios e cooperativas, no município de Manga, Norte de Minas. No encontro, ele informou que o programa Leite pela Vida será restabelecido nos municípios que estavam sem atendimento e que a Secretaria trabalha para dobrar o volume de leite adquirido e distribuído a famílias carentes das regiões Norte e Nordeste de Minas Gerais.

O programa Leite pela Vida, executado pelo Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Idene), braço operacional da Sedinor, já chegou a entregou 137 mil litros de leite/dia. Atualmente, são distribuídos apenas cerca de 75 mil litros/dia. Paulo Guedes afirmou que pretende dobrar o volume de leite do programa. Para isso, o Idene já está acertando com laticínios e cooperativas a ampliação das cotas. O município de Manga, por exemplo, passará de 1.100 para 2.200 beneficiários, Miravânia passará de 250.

Pagamentos

Sindicalista diz que texto faz juízo de valor e ‘detona’ sua atuação no SindManga

O presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Manga (SindManga), professor Sidclei Pereira (PCdoB), contestou informação publicada aqui no site de que teria sido nomeado, há cerca de duas semanas, para a área de coordenação de planejamento da Prefeitura de Manga. Segundo Sidclei, ele encontra-se atualmente cedido para setor administrativo da Secretaria de Educação, a seu pedido, após ter enfrentado problemas de saúde que o impediam de exercer suas funções em sala de aula na Escola Municipal Padre Ricardo Trischeller, o Caic. O sindicalista diz que não está lotado em função com status de diretoria e que não recebe vencimentos de R$ 2,5 mil, como afirmava o texto publicado na manhã de hoje.

A Secretaria de Administração confirmou a informação de que o professor Sidclei efetivamente atua na coordenação de planejamento do município e que sua função é de fazer a interlocução entre as várias pastas, mas diz que a portaria que o nomeou faz menção a ‘função gratificada’ e não a diretoria como foi publicado.

Sidclei ligou para o signatário do site logo pela manhã, pouco tempo depois do texto ir ao ar, para pedir retratação em pontos do texto que alegou serem incorretos. Um deles, a nomeação para cargo comissionado, que efetivamente não procedia -  embora a função gratificada tenha o mesmo status de nomeação comissionada. O Sindicalista prometeu enviar informações sobre a atuação da entidade que preside, mas, no começo da tarde, voltou a entrar em contato para pedir a retirada do texto do ar e informar que não enviaria mais uma nota com pontos da sua atuação no SindManga.

O professor também pediu os nomes das pessoas que pautaram o texto com a alegação de que essas pessoas pretendiam apenas prejudicá-lo. Avisado de que o sigilo da fonte é garantia constitucional para os profissionais de imprensa, ele disse que “tomaria outras providências”, sem explicar quais seriam.

“O site cumpre o seu papel, mas o texto mostra algo que não corresponde ao trabalho que o Sindicato executa. Sua matéria me detonou”, protestou o professor. Na conversa anterior, ele questionou a afirmação de que a entidade deixou de ser atuante durante a sua gestão. Sidclei diz que, no último final de semana, esteve reunido com a diretoria do SinManga para discutir uma pauta de reivindicação para o funcionalismo. "O SindManga não é só Sidclei, cada categoria tem um diretor-responsável. Quer dizer que se eu morrer amanhã, o Sindicato vai acabar?", argumentou.

SindManga vai rejeitar proposta de aumento do município

Documentário traz depoimentos inéditos sobre a história da navegação do Rio São Francisco


Filme terá lançamentos também nas cidades de Montes Claros, Manga e Januária, no norte de Minas, e em Juazeiro, na Bahia

A história da navegação no rio São Francisco e a importância da sua preservação poderão ser conhecidos, pela primeira vez, no documentário “Remeiros do São Francisco”, filme inicial da trilogia “Navegantes do Velho Chico”. A obra será lançada em Belo Horizonte no dia 27 de março, às 19h30, no auditório do Crea Cultural. O documentário que resgata, com depoimentos, imagens e fotografias históricas do São Francisco, também será lançado nas cidades de Montes Claros, Manga e Januária, no norte de Minas.

O filme é uma produção do diretor manguense Dêniston Diamantino, que se dedica, há mais de 30 anos, à pesquisa e produção de documentários sobre meio ambiente e cultura popular no vale do São Francisco. “Remeiros...” começou a ser produzido em 1988. Ao longo dos mais de 25 anos, o diretor colheu depoimentos, registros e relatos inéditos sobre a história do Rio São Francisco.

“Naquela época tive a chance de conhecer alguns remeiros e comecei a fazer as gravações. Pouquíssimas pessoas conhecem ou já ouviram falar dos remeiros e de suas barcas, apenas os mais velhos ainda se recordam. Muitos não sabem nem que já houve navegação no São Francisco. É uma história fascinante, com tristezas, sofrimentos, mas também muitas alegrias e cantorias”, explica o diretor.

A obra, segundo Diamantino, tem o objetivo de resgatar a história e mostrar como, um dia, foi intensa a navegação no Velho Chico. “Em um tempo muito mais precário e de tecnologia rudimentar, as barcas de vara transportavam até 50 toneladas de mercadorias. A navegação foi fundamental para consolidar as cidades do Vale, e, se tivesse sido preservada, teríamos um rio muito mais saudável, que poderia oferecer a sua população trabalho, renda, intercâmbio cultural, como acontece em vários rios no mundo”, destaca.

Trilogia

Fotógrafo do Norte de Minas alcança a marca de 2,5 mil aves classificadas cientificamente

O fotógrafo Manoel Freitas classificou no último sábado (21) a ave número 2.500 na maior enciclopédia eletrônica do gênero do país, a wikiaves.com.br, seguramente uma das mais importantes do mundo, em face à riqueza de nossa avifauna. Desse rol, 215 são espécies distintas, todas do Norte de Minas e Vale do Jequitinhonha. A conqusta é resultado de cinco anos de trabalho de campo, principalmente no Parque Estadual da Mata Seca, no município de Manga. 

E, tão relevante quanto o número é a regularidade: são postadas fotos atuais, no início – para atender as normas da enciclopédia - no máximo cinco por dia e, depois de promovido à categoria Sênior, 10 imagens. “Mais que talento ou recurso do equipamento”, segundo o ex-chefe de redação das rádios Terra e Sociedade e ex-editor do Jornal do Norte, todos em Montes Claros, e “o esforço para entender a linguagem das matas”.

Freitas explica que número de espécie é significativo em se tratando de regiões específicas, “sobretudo se levado em conta que o Brasil é o terceiro em biodiversidade em avifauna do planeta, mas o segundo em extinção de espécies”. Destaca, ainda, que mais de 40 registros são ou foram os primeiros no Norte de Minas e Vale do Jequitinhonha. “Alguns, como a águia-pescadora, além de ser o primeiro, assinamos mais 10 retratos, de indivíduos e épocas distintas”.

[As informações deste texto são de responsabilidade dos seus autores]

 

 

Nomeação do presidente do SindManga para cargo de confiança na Prefeitura enfraquece luta de servidor

Imagem: perfil no Facebook

[ATUALIZADO] - O presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Manga (SindManga), professor Sidclei Pereira (PCdoB), foi nomeado, há cerca de duas semanas, para o cargo de coordenador de planejamento da Prefeitura de Manga, função que tem status de diretoria e rende salário na casa dos R$ 2,5 mil. Sidclei será o responsável pela interlocução entre as seis secretarias que formam o primeiro escalão da atual administração.

Não se sabe bem que contribuição o sindicalista Sidclei pode levar à pasmaceira da atual gestão petista em Manga, mas é certo que sua cooptação pela atual administração representa retrocesso aos interesses dos servidores públicos municipais. A turma anda zangada com o presidente, porque avalia que ele privilegiou seus interesses em detrimento das lutas da categoria. Não é para menos.

Os servidores municipais em Manga acumulam prejuízos salariais desde que Anastácio chegou ao cargo e Sidclei ascendeu à direção do SindManga, há exatos dois anos, em candidatura única. O discurso de fortalecimento da entidade de classe e da sua reestruturação se perdeu no tempo. Sidclei também deixa a deseja na defesa do funcionalismo: várias das promessas da gestão Anastácio com os trabalhadores não foram cumpridas, especialmente o sonho de uma noite de verão que marcou o início de governo de pagar o piso nacional dos professores – atualmente em R$ 1.917,78. Não se tem notícia de alguém receba esse valor na educação municipal nem que o SindManga tenha brigado efetivamente pelo pagamento do piso.

Mas não é só, parcela do funcionalismo manguense está há mais de dois anos sem reajuste salarial, situação que tende a agravar com a volta da inflação, após o desajuste nas contas públicas patrocinado pela presidente Dilma Rousseff. A administração chegou a enviar proposta de reajuste dos vencimentos da saúde e educação em 10% em julho de 2013, mas deixou as demais categorias sem aumento com o argumento de que o aumento levaria o município a estourar os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal para gasto com pessoal.

Outra conquista do professor manguense que deixou de ser paga pelo prefeito Anastácio Guedes foi o pagamento do bônus do Fundeb, que era tradição há cada final de ano, mas que foi suspenso nos últimos dois anos. O que fez o presidente do SindManga nesse meio tempo? Muito pouco.

O sentimento entre os servidores municipais é de que foram traídos por Sidclei, que teria se afastado da presidência da entidade por problemas de saúde em2014, mas não relutou em aceitar um cargo comissionado na administração – o que lhe tira a autoridade na defesa dos direitos e interesses dos filiados ao Sindicato, que vem sendo tocado, na prática, por outros nomes da diretoria.

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