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JANUÁRIA TEM DÍVIDA IMPAGÁVEL

No Segunda, 20 Fevereiro 2017 20:01.

Diagnóstico preliminar apurou dívidas no valor de R$ 130 milhões, dois terços com as previdências dos servidores

Notícia de gravidade potencial para o futuro do município de Januária teve repercussão praticamente nula na imprensa local e norte-mineira. A Prefeitura de Januária apresentou, há duas semanas, um documento batizado de “Diagnóstico fiscal e administrativo da real situação de Januária”, preparado pela Secretaria Municipal de Finanças a pedido do atual prefeito, Marcelo Félix de Araújo, o Dr. Marcelo. O levantamento, ainda preliminar, aponta dados sobre as dívidas do município. A notícia não é boa: o município de Januária tem dívida consolidada avaliada em R$ 130 milhões. O passivo do município é maior do que seu orçamento para este ano de 2017, estipulado em leis na ordem de R$ 117 milhões.

Parte majoritária da dívida do município é com o Instituto de Previdência Municipal dos Servidores de Januária (Prevjan) e foi contraída ao longo dos últimos 20 anos por conta do não repasse das contribuições previdenciárias dos funcionários, além de multas cumulativas e razão do atraso. Segundo a Secretaria Municipal de Finanças são R$ 58 milhões devidos ao Prevjan e outros R$ 30 milhões ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

Você não leu errado: o povo de Januária deve nada menos que R$ 90 milhões à sua burocracia administrativa, somente no quesito previdência e seguridade social. A dívida é impagável, mas a boa notícia é que pode ser diferida no tempo, a perder de vista, em suaves prestações, porque os institutos previdenciários não precisam honrar seus compromissos com os segurados no curto prazo.

O déficit do município com o Prevjan e o INSS é resultado da omissão de sucessivos prefeitos. Muitos deles renegociaram os débitos, pagaram o valor acordado durante um período e depois voltam à condição de inadimplentes e só aumentam o calote.

Segundo o diagnóstico divulgado pelo atual prefeito, Dr. Marcelo, Januária herdou ainda R$ 10 milhões de restos a pagar da gestão anterior, do petista Manoel Jorge (201/2016). O município tem aproximadamente cinco mil credores na fila de espera para receberem R$ 18 milhões em precatórios (requisições de pagamento em razão de condenações judiciais).

A chamada dívida flutuante, assumida por débitos de tesouraria, chega a R$ 7 milhões. Para fechar o assustador quadro vermelho das finanças januarenses, há ainda outras dívidas com as concessionárias Copasa e Cemig, além de com o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), que beira os R$ 4 milhões. Segundo a Secretaria de Finanças, o valor da dívida pode aumentar significativamente com a auditoria que será realizada no município.

Crescimento exponencial

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QUINQUINHA E A PASTINHA CHEIA DE PROMESSA

No Domingo, 19 Fevereiro 2017 17:31.

Após se 'reunir' com vereadores em Brasília, prefeito volta a Manga com emenda parlamentar sem prazo de validade

Prefeito e vereadores 'trombam' em Brasília:  Com visual de 'pastinha' banco, o gerente que oferece crédito consignado nas ruas das cidades, Quinquinha passa o pires atrás de verba e volta de mãos 'abanano'     

Ainda vai levar um bom tempo para que o prefeito de Manga, o sub judice Joaquim de Oliveira Sá, o Joaquim do Posto Shell (PPS), ache o rumo do novo mandato. O prefeito passou por Brasília na quarta-feira da semana passada atrás de recursos, mas voltou à comuna barranqueira do Velho Chico praticamente de mãos ‘abanano’ (ele tem o cacoete de omitir durante a fala o ‘d’ que forma o gerúndio em ‘ando’).

Digo praticamente de mãos e pastinha de couro vazias porque conseguiu do deputado federal Toninho Pinheiro (PP), de quem é aliado político, uma promessa de liberação, via emenda parlamentar, de R$ 650 mil. O dinheiro, informa o blog ‘Manga em Foco’, que Quinquinha criou para bater bumbo de suas ainda inexistentes realizações e para atacar o petismo manguense, deve sair até o final do ano.

Deve sair como já ‘deveria ter saído’ aquele recurso que o ministro da Saúde, Ricardo Barros, prometeu para o Hospital de Manga no final de novembro do ano passado. Caso Joaquim do Posto Shell tenha a ilusão de que vai conseguir administrar Manga com recurso de emendas parlamentares, é melhor ele tirar o cavalo da chuva. Os governos estadual e federal também tentam vender o almoço para comprar o jantar.

Gastar sola de sapato aqui em Brasília é a esperança que resta a Quinquinha de ir ‘administrano’ o município de Manga, enquanto a maior crise da história da República não passar. As portas para ele, por motivos óbvios, estão fechadas no Palácio Tiradentes, onde o PT de Pimentel também agoniza com receitas de menos e despesas demais. A má notícia para Quinquinha, e para Manga, por consequência, é que aqui de Brasília também não vai sair coelhos da cartola.

O governo Temer é uma mistura de péssimo marketing e trapalhadas na seara política – sempre assustado com o canhão que a Lava Jato pode disparar contra gente muito próxima do seu gabinete. O presidente Michel Temer quebra a cabeça para tentar ajudar os estados quebrados – Rio de Janeiro no abre alas da UTI. Essa é a prioridade. Ajuda a pequenos municípios, como é o caso de Manga, não está no radar. Por isso, a tentativa de anunciar a tal emenda parlamentar, cujos recursos dificilmente vão cair nas contas da Prefeitura de Manga.     

Mas Quinquinha do Posto Shell não perdeu sua viagem de todo à bela capital do país. Teve a felicidade de encontrar-se, por mero acaso, segundo o blog chapa branca que mantém na internet, com os ilustres vereadores aliados Evilásio Amaro (PPS) e Bento Ferreira Gonçalves (PR), que também deram o ar da graça por aqui para torrar o dinheiro do sofrido povo de Manga com o pagamento de diárias.

A ilustre caravana da vereança manguense ainda era composta por Cassília Rodrigues de Souza, a Cassília da Assistência Social e Anderson Cezar Ramos, o Som Nogueira, ambos do PSB. A vereança veio participar do 1° Encontro de Mesas Diretoras e Diretores de Câmaras, que a União dos Vereadores do Brasil (UVB) patrocinou por aqui entre os dias 14 a 17 de fevereiro. O evento aconteceu no Hotel Brasília Imperial com inscrições a R$ 400 por vereador. Um dos principais temas em debate foi a legalidade do pagamento do abono salarial do 13° aos vereadores. Meu caro (e) leitor, vai sobrar para você mais uma vez.

Mas ainda falta falar do encontro incidental entre Quinquinha e os camaradas Evilásio e Bento Ferreira, que o prefeito não via a longo tempo – a despeito dos vereadores não saírem da porta do seu gabinete. Segundo o bloguito ‘Manga em Foco’, o trio discutiu temas importantes para o município: o transporte de universitários da cidade para o polo regional da Unimontes em Januária e construção de moradias populares. Faltou indicar a origem das receitas, já que vereador não tem autonomia para criá-las.

Interesse do povo?

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DILMA E O RODAPÉ DA HISTÓRIA

No Sábado, 18 Fevereiro 2017 18:29.

Ex-presidente não descarta disputar cargo para o Congresso Nacional

A ex-presidente Dilma Rousseff está aqui em Brasília neste final de semana, onde participa de evento das mulheres do Partido dos Trabalhadores. Em entrevista à agência France-Presse (AFP), Dilma disse que não tem planos de voltar à Presidência do Brasil – se é que isso seria possível depois das circunstâncias que levaram ao seu impeachment em maio do ano passado. A petista, entretanto, não descarta disputar uma vaga de deputada ou senadora, provavelmente pelo Rio Grande do Sul, onde mora desde que deixou a capital do país -- em setembro de 2016.

"Eu não serei candidata a presidente da República, se é essa a sua pergunta. Agora, atividade política, nunca vou deixar de fazer (...). Eu não afasto a possibilidade de eu me candidatar para esse tipo de cargo: senadora, deputada, esses cargos", disse durante entrevista na tarde de sexta-feira em Brasília. Dilma, como é sabido, não perdeu seus direitos políticos por conta daquela manobra comandada pelo então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que presidiu a sessão do julgamento no Senado. Ela pode se candidatar ao que quiser e provavelmente será eleita.

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VOAR É BOM. COM DINHEIRO DO POVO ENTÃO...

No Sábado, 11 Fevereiro 2017 16:45.

Pane em avião assusta Aécio Neves, mas não é só isso que precisa ser dito

O senador mineiro Aécio Neves (PSDB) evitou falar muito sobre o susto com o problema no trem de pouso do avião Líder Aviação, que o transportava de Brasília para São Paulo no final da noite da última quinta-feira (9). Aécio foi a São Paulo para um encontro com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O jatinho em que Aécio fez a ponte aérea Brasília-São Paulo teve que fazer aterrissagem de emergência no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Graças ao bom Deus foi só um susto. Mas o assunto não deve ficar por aí.

Aécio poderia falar mais detalhes sobre o voo. Faltou, por exemplo, explicar o porquê da opção pelo jatinho fretado numa rota em que as empresas de aviação oferecem uma gama considerável de voos diários. A fatura do fretamento foi paga pelo Diretório Nacional do PSDB, dinheiro público, vale lembrar, vindo do fundo partidário, pago com os impostos federais. Um voo de Brasília a São Paulo sai por algo em torno de R$ 30 mil, segundo cotação que fiz em uma das empresas que operam no setor. Quantas viagens do tipo Aécio faz por mês? E ao longo do ano? Por que o presidente do PSDB não pode viajar como a maioria dos mortais e eleitores?

E o que de tão importante Aécio tinha para fazer em São Paulo? Bom, ele foi participar de almoço com FHC para discutir nomes a serem indicados ao presidente Michel Temer para o agora vago Ministério da Justiça. Com é que é? Aécio torra 30 mil reais -- vá lá que tenha descontos assiduidade -- para uma conversar que pode fazer por telefone ou WhatsZap? Em que país esse cara está vivendo? 

O senador pode argumentar em sua defesa que apenas repete o que todo mundo faz. Pode ser. O ex-presidente Lula é outro useiro e vezeiro no uso de jatinhos para rodar o país e até para o exterior. Ou era, pois ficou para trás o tempo em que empreiteiros faziam fila para ter a honra de lhe emprestar seus préstimos e ceder aviões - nem sempre pelo som da sua bela voz, por óbvio e como suspeita a força-tarefa da Lava Jato. Seja como for, vamos combinar que é uma injustiça um povo tão pobre como é o nosso bancar a vida nababesca de Aécio e outros que tais, lá isso é.   

Avião passou a ser tema recorrente na agenda do neto de Tancredo Neves nos últimos anos. Quando ocupou o governo mineiro, ele cruzava os céus do país nas aeronaves do Estado – além de ceder esses aviões para pessoas não ligadas à administração pública. Em 2014, durante a campanha presidencial que perdeu para Dilma Rousseff veio à baila a construção do aeroporto em na cidade mineira de Cláudio, em área que pertence aos seus familiares. Gastar R$ 33 mil para ir de Brasília a São Paulo, com dinheiro público é a mais nova patacada de Aecinho. Falar sobre isso para quê?

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JORNALISTA SENTENCIADA POR DANOS MORAIS

No Sábado, 28 Janeiro 2017 11:58.

Juíza ressalta ausência de fontes e elementos de prova no texto em que Mourarias acusa Guedes de chantagem a políticos 

Em sentença de duas páginas, de rara concisão e objetividade, a juíza Margareth Cristina Becker, do 2º Juizado Especial Cível de Brasília, do Tribunal de Justiça de Brasília e dos Territórios, no Distrito Federal, sentenciou, em despacho do dia 12 de janeiro passado, a promotora de eventos e jornalista Eliete Ferreira Mourarias e a empresa Jornal Folha de Manga, de forma solidária, a pagar, no prazo de 15 dias, contados a partir da intimação, indenização no valor de R$ 8 mil ao assessor de imprensa Luís Cláudio Guedes Oliveira. A juíza acolheu a tese de que houve danos morais e ofensa à honra do jornalista. O processo recebeu o número de registro 0726760-66.2016.8.07.0016. Ainda cabe recurso à decisão.

Para a juíza Margareth Becker, o exemplar do jornal ‘Folha de Manga - JMF’, que circulou em algumas cidades do Norte de Minas, inclusive via reproduções nas redes sociais, em abril de 2016, é prova documental suficiente para configurar o dano moral à parte atingida. “É forçoso reconhecer que a divulgação do nome e da foto permitiram a identificação pessoal do autor [da ação], sendo certo que incumbe à imprensa conferir a veracidade da informação que veicula, identificando a idoneidade da suposta fonte. Ao contrário, o texto foi publicado sem a identificação da fonte ou de elementos probatórios mínimos, imputando ao autor a prática de ilícito penal, após prematuro e inconsistente juízo de valor”, assinalou a magistrada.

 Fac simile da decisão: "incumbe à imprensa conferir a veracidade da informação que veicula, identificando a idoneidade da suposta fonte"  

A Justiça entendeu que a matéria "Político diz que era extorquido por jornalista" escrita por Eliete Mourarias contém ofensas “à imagem e à integridade moral do autor”. Segundo Eliete, “um político região cita e define o jornalista Luís Cláudio Guedes, do Blog ‘Em Tempo Real’, (foto) Como oportunista ao extorqui-lo por muitos anos. Por sua vez, ele cita que a prática utilizada pelo jornalista, ia além dos limites impostos a ele e há outros políticos dos Municípios do Norte de Minas, cidades como Manga, Matias Cardoso, Montalvânia, etc. Inclusive a deputados, vereadores e ex-prefeitos”.

No texto, Eliete Mourarias afirma que “Guedes escrevia matérias aclamando o político, uma espécie de conquista no primeiro momento, porém toda via em outro dado momento ligava chantageando-o, dizendo que precisava de dinheiro para abastecer o carro e para pagamentos de boletos em atrasos. O político não quis mencionar valores, mas diz ser considerável a espécie de cachê cobrado por Guedes. O drama do jornalista era apelar para o pagamento, uma forma de barganha para que o ele não divulgasse matérias de denúncias das vítimas. Daí então ligava para o político, dizendo que tinha tal informação, e que iria publicar, caso o político não pagasse. matéria estas de denúncias, que prejudicaria o político, ressalta o denunciante. No entanto o político cedia aos apelos do jornalista. A fonte alega que a prática acontecia da mesma forma com os demais políticos”. Os erros dos parágrafos reproduzidos acima repetem a forma como foram redigidos no original.

Na denúncia que levamos à Justiça, o advogado que atuou em minha defesa destacou que o texto de Eliete Mourarias atentou contra princípios básicos da prática jornalística. Não fui ouvido nem antes nem depois da publicação da matéria, que, por sinal, não responde aos requisitos mínimos da produção jornalística: quem é o suposto 'político região?; quais políticos foram chantageados?; como e de que forma isso se deu?; o local e as circunstâncias das supostas abordagens?. Faltou responder ainda à uma questão elementar: por que tantos políticos se submeteriam à prática sistemática da chantagem sem denunciar o chantagista?

Na defesa, meu advogado assinalou que a publicação tinha como único propósito expor, na esfera pública, minhas honra, dignidade e o decoro profissional acumulados em mais de três décadas de exercício do jornalismo, em clara tentativa de “assassinar" minha reputação e o meu empobrecimento moral perante à comunidade norte-mineira. Vale ressaltar que deixei o Norte de Minas há mais de 20 anos e não frequento, desde então, gabinetes de agentes políticos em nenhuma esfera. O texto diz ainda que a tal chantagem era feita com o argumento de que precisava de dinheiro para 'abastecer o carro e pagar boletos atrasados". Pois bem, abro o meu sigilo bancário para quem quiser descobrir se uma única vez na vida já fiz um financiamento, se usei o limite do cheque especial ou o rotativo dos meus cartões de crédito, ou ainda se deixei atrasar uma única conta que fosse. Quem achar um único título meu protestado nos últimos 35 anos (desde minha emancipação) leva o valor em dobro - corrigidos.   

Para a juíza da Vara Especial do Distrito Federal, embora o direito constitucional à informação esteja assegurado pelo artigo 220 da Constituição Federal, seu efetivo exercício deve ser balizado nos limites impostos no próprio texto constitucional, relacionados ao direito à honra, dignidade e imagem do indivíduo. “No caso, a notícia divulgada extrapolou o caráter meramente informativo e o animus narrandi, ferindo a honra, dignidade e imagem do autor, legitimando a pretensão indenizatória deduzida”, sentenciou.

Sem retratação

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TRAVESSIA MANGA/MATIAS FICA MAIS CARA

No Segunda, 16 Janeiro 2017 22:36.

Secretaria de Transportes autoriza aumento de 13% nas tarifas, com validade a partir do dia 26 de janeiro

Vem aí mais um aumento para os consumidores de serviços. A Secretaria de Transportes e Obras Públicas de Minas Gerais (Setop) emitiu nota técnica no início deste mês de janeiro em que autoriza à Navegação Confiança, a empresa que tem sede em Belém do Pará e foi a vencedora da concessão para exploração dos serviços de travessia por meio de balsa no Rio São Francisco entre as cidades de Manga e Matias Cardoso, no extremo Norte de Minas, a majorar as atuais tarifas em 12,95%. Os novos valores começam a valer a partir da quinta-feira, 26 de janeiro. A tarifa-base, aplicada a automóveis e caminhonetes, passa dos atuais R$ 13,50 para R$ 15,25.

O contrato de concessão firmado entre a Setop e a Navegação Confiança em dezembro de 2015 prevê que o valor da tarifa-base será reajustado anualmente, com base na variação do IPCA-Amplo (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). A nota técnica da Setop explica que o mês de referência para o reajuste das tarifas é novembro de 2016, já que “o contrato foi assinado em 02/12/2015 e publicado em 03/12/2015”. O valor do reajuste levou em conta a variação do IPCA entre os 21 meses compreendidos entre março de 2015 -- quando houve o último reajuste dos preços -- e novembro de 2016.

A tarifa mais cara da travessia entre as duas cidades, cobrada de caminhões-tanque para transporte de combustíveis vai subir dos atuais R$ 243 para R$ 274,50. Motocicletas, motonetas e bicicletas a motor passam a pagar R$ 3,80, ante a tarifa de R$ 3,38 em vigor até a mudança dos preços (veja a tabela completa na imagem ao abaixo). A Navegação Confiança decidiu manter a decisão de não cobrar o traslado de passageiros a pé, bicicletas e carroças do tipo tração animal.

As mudanças também envolvem alterações nos horários de partidas das balsas, que passa a ser de hora em hora durante as madrugadas, finais de semana e nos feriados no sentido Manga-Matias Cardoso – que tem como referência as horas cheias a partir da zero hora. No sentido oposto, Matias Cardoso-Manga, os intervalos também são de hora, mas as embarcações partem na metade de cada hora, com base nos 00:30 minutos de cada dia. O mesmo passara a valer para os intervalos de almoço da tripulação, entre as 12h00 e 13h00, também durante os dias úteis. 

A tabela acima mostra os preços em vigor até 26 de janeiro. Abaixo, os novos valores que serão praticados a partir desta data.

Na tabela acima, os novos horários de partida das balsas no sentido Manga/Matias Cardoso e vice-versa

Reclamações

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AO VENCEDOR, A ASPEREZA DOS ABACAXIS

No Segunda, 02 Janeiro 2017 12:10.

Insegurança jurídica, crise financeira e potencial para frustração das expectativas marcam retorno de Quinquinha ao cargo

PUBLICADO ORIGINALMENTE NA SEGUNDA-FEIRA, 02 JANEIRO 2017, ÀS 16:23.

 

Do que eles riem?  As condições da política e economia para o horizonte do mandato não recomendam entusiamos 

O poder é uma cachaça e, como tal, embriaga. Por vezes, tem potencial para despojar aos que a ele se agarram dos requisitos mínimos da prudência e racionalidade - por vezes cria a ilusão de que seus donatários estão um degrau acima do restante da humanidade. A História é rica em exemplos de homens que quebram lanças pela oportunidade do mando.

Saio do genérico para o caso específico do prefeito de Manga, Joaquim de Oliveira Sá, o Quinquinha do Posto Shell (PPS), que chegou lá após a batalha das urnas propriamente dita e outra de cunho jurídico, até ser beneficiado por liminar do ministro Henrique Neves, do Superior Tribunal Eleitoral, em que Justiça Eleitoral faz a negação da sua própria prescrição sobre os pré-requisitos que habilitam o candidato à disputa. Jogo jogado, só nos resta lhe desejar boa sorte. Manga merece e precisa. Se não, vejamos.

A atual insegurança jurídica que marca o início desta terceira gestão de Quinquinha na cadeira de prefeito de Manga nem chega a ser o maior dos desafios que o espera: é pouco provável que o Tribunal Superior Eleitora modifique substancialmente sua situação ao julgar o mérito da liminar. Sua condição de prefeito sub judice prevalece, mas não é o que determina seu futuro no cargo. Há mais em jogo.

Antes de continuar,  faço uma breve digressão para o registro de que o agora prefeito de Manga colocou o nome deste signatário na condição de réu em uma ação de investigação judicial eleitoral (Aije). O motivo? Filigranas. Não teria gostado de texto que escrevi aqui, em que comparei, no contexto da judicialização que o pleito tomara, sua ainda incerta vitória na disputa à Prefeitura de Manga como semelhante à de Pirro, aquela que envolve sacrifícios tais, capazes de apagar o brilho mesmo da conquista.

Meu artigo, segundo o prefeito, tinha a intenção não declarada de mudar o votos dos seus eleitores. Parece que fracassei nessa missão a que nunca me incumbi. Não será a primeira vez nem a última que à liberdade constitucional de imprensa sofre ameaças. Nem foi a primeira vez que o homem da camisa azul se valeu da Justiça, como se fora um Cavalo de Troia, para bater à minha porta. 

De volta ao tema central deste artigo, vale a lembrança de que, mais preocupante do que as brigas do prefeito com nas salas de audiências dos tribunais, é a situação da economia brasileira para o horizonte do seu mandato. Elas não são boas. O país deve parar de piorar entre este ano e o próximo, mas é pouco provável que volte, antes de 2020, às condições de vento a favor que marcaram os mandatos anteriores do novo prefeito de Manga -- entre 2007/2012. Para ficar em um só exemplo, o PIB chegou a crescer 7,5% em 2010, no auge do governo Lula, quando Quinquinha estava prefeito e surfou no boom das commodities. Emprego estava em alta, crédito fácil e dinheiro farto nos cofres do município. Tudo isso é passado.

Emprego, por sinal, será uma das grandes dores de cabeça do novo mandatário em Manga. Há pelo menos cinco candidatos para cada uma das poucas mais de 100 vagas de livre nomeação com as quais ele deve contar para acomodar seus correligionários. Governar, por vezes, é frustrar as expectativas. O que fazer com as pessoas que colocaram a camiseta amarela e foram às ruas, aquela militância antes de tudo fiel a si mesma, que se moveu pela esperança de que o candidato sorridente e sempre acessível seria incapaz de se transmudar no executivo frio, que apela ao legalismo incompreensível para justificar a negativa aos pedidos por uma oportunidade tão necessária e tão longamente esperada?

A seara da política também traz previsões de raios e trovões para a primeira metade do mandato de Quinquinha. Sua coligação elegeu apenas três dos noves vereadores da nova Câmara Municipal. Ontem, ele assistiu, de mãos atadas, à eleição do veterano Dão Guedes (PT) para a presidência da Casa. Dão Guedes é irmão do deputado estadual Paulo Guedes – seu arqui-inimigo na política local. Mas não é só. O PT deve continuar no comando do governo estadual pelos próximos dois anos. O Palácio Tiradentes destinará para Manga tratamento protocolar e institucional. Tudo muito diferente dos mandatos anteriores, quando o deputado Arlen Santiago (PTB) dava à Quinquinha a impressão de que era bem quisto na cozinha do tucanato mineiro.

O leitor que teve a paciência de ler até aqui, pode argumentar que nada disso importa. Deter o mando político do município vale por muitas missas no altar da política – os meios justificam os fins, na tradição maquiavélica. Também se pode dizer que as minhas previsões são de um ‘urubu’, de quem apenas torce contra. Na verdade, nem chegam a ser previsões; são construções de cenários amparados pela lógica das circunstâncias atuais. Elas podem mudar? Tomara que mudem. Que venha a bonança depois de tanta tempestade na vida do sofrido povo brasileiro, o manguense incluído. Mas também pode ser que não.

Admitamos que a ambiência nacional melhore. Ainda assim restaria um problema de outro naipe para o novo prefeito. Para ganhar as eleições e depois a briga judicial para conseguir a diplomação, Quinquinha foi obrigado a se render a um leque de alianças de difícil acomodação no mirrado orçamento municipal. Não preciso citar os nomes, meus 17 leitores sabem de quem se está falando aqui. Também neste caso, a situação é oposta aos mandatos anteriores, quando o então prefeito reinava sozinho. Desta vez, e se quiser governar com um mínimo de tranquilidade, vai precisar ceder nacos da administração para os companheiros de ocasião – aqueles que não vão hesitar muito em pular fora do barco ao primeiro sinal de dificuldades.

Um ponto especialmente sensível para Quinquinha será a convivência com o vice-prefeito, Luiz do Foguete (PRB). O temperamento de ambos pode ser um indicador de que são pequenas as chances de que a lua de mel desses dias iniciais perdure ao longo do quadriênio. Luiz do Foguete carrega no íntimo a crença de que sua adesão ao projeto do retorno de Quinquinha ao cargo foi a grande responsável pela do companheiro de chapa. O atual prefeito, por seu turno, faz profissão de fé na hipótese que o vice é apenas o apêndice legal, a parte acessória que se deve cumprir em obediência à Lei Eleitoral.

Luiz do Foguete, nunca é demais lembrar, foi eleito vereador pelo PT e trocou de camisa sem a menor cerimônia quando teve seus desejos negados pelo antigo regime. Alçado à condição de vice-prefeito, ele sonha com voos mais altos. Um direito seu. Se fizer um bom governo, a despeito de tantos senões, Quinquinha tem o horizonte de mais um mandato sobre a mesa. Resta saber se Luiz do Foguete está disposto esperar tanto tempo para ver o sol brilhar em sua direção. Turbulências podem vir daí.

Há um ano, o agora vice-prefeito sequer chamava Quinquinha pelo nome. Preferia ‘aquele sujeito’ para nominar o gestor que assinou o decreto de desapropriação de um lote seu ali pelas bandas da futura escola técnica federal. As aparências certamente serão mantidas até o limite do aconselhável caso a receita do bolo desande. A aposta da oposição é de que será pouco provável que aqueles corredores apertados e em cruz da Prefeitura de Manga comportem por muito tempo os egos de suas excelências prefeito e vice. A conferir.

Peço permissão aos meus 17 leitores para concluir este artigo com uma citação que vale por uma boa reflexão. Recorro novamente a Machado de Assis (citado outro dia aqui), que colocou na boca de um dos seus principais personagens, Quincas Borba, a filosofia fictícia que batizou de humanitismo. Texto imperdível do nosso melhor escriba, muito útil para explica a ‘guerra’ que se travou ao longo de 2016 na política manguense. Não há empate possível em disputas eleitorais, mas suponha que os votos em disputa fosse o campo de batatas descrito por Machado:

‘Ao vencedor, as batatas’

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TRANSMISSÃO DO CARGO SIM. TRANSIÇÃO NÃO

No Domingo, 01 Janeiro 2017 18:21.

Anastácio recebe Quinquinha em gabinete para ‘entrega das chaves’ do município

 Papéis invertidos: Quinquinha do Posto, de saída (E), fala na transmissão do cargo, há quatro anos. Na segunda imagem, aperto com  Anastácio, que deixou o cargo no último sábado    

O clima pesado herdado da disputa municipal mais judicializada da história de Manga parece se desanuviar nestas primeiras horas de 2017. Prevaleceram o juízo e o bom-senso. O ex-prefeito Anastácio Guedes (PT) recebeu, na manhã deste domingo (1º), no gabinete principal da Prefeitura de Manga, o sucessor e agora novo titular do cargo, Joaquim Oliveira Sá, o Quinquinha do Posto Shell (PPS), para uma rápida cerimonia de transmissão do cargo.

O movimento de aproximação partiu do petista Anastácio, após o fracasso da transição prevista em lei. A antiga administração preparou toda a documentação, mas esperou a definição judicial do prefeito Quinquinha, que teve sua candidatura contestada pelo Ministério Público de Manga e disputou a eleição sub judice.

O prefeito só foi autorizado a ser empossado, em cerimônia prevista para a noite deste domingo, depois o ministro Henrique Neves, do Superior Tribunal Eleitoral (TSE), concedeu liminar para o registro tardio da sua candidatura, no último dia 19. Depois disso, Anastácio enviou ofício propondo a realização da transição, mas houve recusa da parte do então prefeito eleito de que o prazo de 10 dias antes da posse não seria suficiente para realizar a transição.

O ex-secretário de Administração Geovane Pimenta ligou para Henrique Fraga, cotado para ser o futuro chefe de gabinete da nova administração, para combinar a “entrega” simbólica das chaves da Prefeitura de Manga. O prefeito que sai e o que toma posse logo mais visitaram as principais secretarias do município.

Anastácio entrou ao sucesso os documentos da transição que havia preparado. Em mais de mil páginas, o processo traz o relato de todos os convênios firmados durante o mandato, dados de funcionários, além das obrigações e previsão de receitas para os próximos 90 dias. Há ainda um levantamento fotográfico de todos os bens móveis do município e inventário da situação como foram repassados para o novo governo.

Página virada

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VEJA: SÓ MARCELA LIVRA TEMER DAS PANELAS

No Domingo, 01 Janeiro 2017 17:51.

A revista Veja antecipou para a semana do Natal a tradicional retrospectiva da última edição de um ano como poucos na história do Brasil com a erudita e incompreensivel capa em que usou o quadro A Guernica, em que Pablo Picasso retrata sua visão da barbárie ao tomar conhecimento do bombardeio alemão à cidade basca que leva o mesmo nome da pintura.

A principal revista brasileira optou por fazer, neste final de semana da intercessão entre do ano que finda e que se inicia, uma aposta meio sem pé nem cabeça na capacidade que a primeira-dama, Marcela Temer, terá, ao longo de 2017, para melhorar a percepção do governo do marido e presidente em mandato-tampão, Michel Temer.

Com tendência a factoide, o assunto certamente não mereceria capa de edição tão importante, mas a veja apela, talvez movida pelos estertores provocados pela força disruptiva da internet e as novas possibilidades de se fazer jornalismo. A própria Veja, não demora muito, deve deixar de existir no formato impresso e altamente dispendioso para um país em crise.

Segundo a semanal da editora Abril, os assessores do presidente Temer decodificaram sinais de que a popularidade da primeira-dama, em suas raras e caladas aparições até aqui, tem o potencial para salvar o mandato-tampão do marido e, por tabela, trazer de volta o otimismo e crescimento econômico a Pindorama, atacada de pindaíba nunca antes vista na História em óbvia depressão econômica.

Os não citados assessores palacianos, diz a revista, “perceberam que a ressurreição da figura da primeira-dama pode ajudar a melhorar a imagem do governo, e agora querem alçá-la ao papel de protagonista”. O texto conta que Marcela tem sido instruída para tocar o Programa Criança Feliz, que será uma espécie de guarda-chuva que reúne as ações prioritárias para atender famílias beneficiárias de programas sociais do governo, como o Bolsa Família, com atenção especial às vítimas da microcefalia.

Marcela seu usar seu carisma e beleza para turbinar o projeto, que tem R$ 400 milhões orçados para este ano e deve dobrar de tamanho e escopo em 2018, quando vai receber R$ 800 milhões de verbas. Será um desafio e tanto, reconhece a Veja, em sua falta de assunto:

“Ninguém admite publicamente, mas, nos bastidores, o Planalto espera que ‘o frescor que a imagem de Marcela pode prover’ segundo um assessor, renda dividendos também ao governo do marido, visto com simpatia por menos de 10% dos brasileiros e acossado pelo desempenho fraco na economia e pelo avanço da Operação Lava-Jato”, diz a maior semanal do país.

Foi esse o assunto palpitante que Veja encontrou para atrair seus leitores. Marcela, a bela, oxalá, poderá ser o antídoto para livrar Temer dos iminentes riscos ao longo de 2017, com promessas explosivas das delações da Odebrecht e o pibinho cada vez mais próximo de zero – no que seria o quarto ano seguido de recessão no país, com desemprego recorde e a miséria que se avoluma. Convenhamos, muita responsabilidade para Marcela, seu charme e R$ 400 milhões.

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GOVERNO ANASTÁCIO ACELERA NO FINAL, MAS IMPRESSÃO É QUE PODERIA TER SIDO MELHOR

No Sexta, 30 Dezembro 2016 19:15.

Prefeito de Manga trabalha até o último dia do mandato, na tentativa de deixar sua marca na passagem pelo cargo

Imagens: Isaias Nascimento/Cleber Dourado

 Anastácio observa operário no canteiro de obras do Parque Uirapuru, que ganhou iluminação, gramado, alambrado e pista de caminhada: apesar dos pesares, petista deixa governo melhor do que recebeu  

Trabalhar até o último minuto do mandato é uma boa estratégia de marketing, com algum potencial de mascarar o tempo que se perdeu ao longo do governo. É mais ou menos o que o prefeito de Manga, Anastácio Guedes (PT), tem feito ao longo dos últimos dias, quando se entregou a uma maratona de inaugurações. Essas mesmas inaugurações que foram tão escassas ao longo do seu governo e que agora, bem ou mal, entraram na fila aos borbotões.

Nos últimos dias, Anastácio e o deputado Paulo Guedes (PT) se entregaram a uma agenda de entregas à população, entre elas o inacabado Parque Uirapuru (prevista para a noite desta sexta-feira, com direito a festa de encerramento da administração) e as pavimentações da Avenida Ayrton Senna e ruas dos bairros Arvoredo e Novo Cruzeiro, além de quadra coberta na comunidade de Bebedouro, calçamento de ruas nas comunidades de São José das Traíras, Brejo do São Caetano, Pajeú e Pequi.

Postei aqui, há 45 dias, um artigo com o título “Sedex 10, acelera suas entregas Anastácio” em que alertava ao prefeito de Manga sobre a necessidade de deixar as pegadas da sua passagem pelo cargo. Repeti, na ocasião, o argumento que já utilizara antes das eleições, em anotava que obras até existiam, mas que elas dificilmente ficariam prontas até o final do mandato – como já não tinham ficado antes da disputa eleitoral.

Admito que estava errado, e felizmente para a cidade e seu povo, mesmo que tenha sido um erro parcial. Anastácio acelerou e conseguiu montar, ainda em tempo hábil, uma agenda de inaugurações, embora algumas obras tenham ficado pela metade por conta da pressão do calendário. É o caso, por exemplo, da urbanização da Lagoa do Parque Uirapuru.

Sozinha, estava obra já valeria um mandato, porque se arrasta no tempo ao longo de 25 anos – desde que o então prefeito Humberto Salles teve a boa ideia de transformar uma lagoa fétida no cartão postal da cidade. Anastácio vai inaugurar o Parque Uirapuru logo mais, mas é uma entrega meia boca, muito longe do projeto original da obra. Avisei em mais de uma ocasião que seria assim, mas é bom que ele tenha conseguido avançar no projeto até o ponto em que chegou. Urbanizar o Parque Uirapuru com recursos próprios em tempos de crise era mesmo tarefa de difícil execução.

Não há como negar que o petismo entrega o município ao sucesso melhor do que recebeu. A administração está mais enxuta, ainda que por livre e espontânea pressão do Ministério Público dos Municípios. Além disso, há um fato que a maioria das pessoas não percebe: Anastácio e Paulo Guedes até tentaram, mas deixam o poder sem ter endividado o município. A Câmara de Vereadores chegou a aprovar um empréstimo de R$ 1,5 milhão junto a Caixa Econômica Federal, em outubro de 2014, mas o dinheiro não foi liberado durante o inoperante governo Dilma Rousseff. Posteriormente, o prefeito tentou outro empréstimo, desta vez junto ao BDMG, no valor de R$ 800 mil, mas a Câmara Municipal vetou, por razões políticas.

Chance perdida