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Se bravata de pré-candidato valer, oposição em Manga terá quatro nomes na sucessão


Tão perto, tão longe: sem consenso, oposição sonha comandar Prefeitura de Manga em 2013 (Foto: Manoel Freitas)


Se faltam nomes a candidato oficial na sucessão eleitoral em Manga (veja post abaixo), na seara da oposição o ‘dilema’ de natureza bem oposta: sobram interessados em disputar a cadeira ocupada pelo prefeito Joaquim Oliveira (PPS).

Pelos menos quatro pré-candidatos afirmam estar no páreo, o que impõe agenda urgente de negociações para, digamos, antecipar os efeitos deletérios que essa enxurrada de candidatos pode causar nos planos da oposição em fazer a virada no mando político local.

A pouco mais de um mês para o encerramento das convenções partidárias que vão indicar os nomes dos candidatos, o jogo segue embolado entre Anastácio Guedes (PT), Henrique Fraga (PP), Hugo Mota (PSDB) e Maurício Magalhães (PR). Na hipótese, pouco provável, de que todos entrem mesmo na disputa a vida do prefeito Quinquinha Oliveira ficaria mais fácil: a pulverização dos votos poderia apontar para chance de vitória ainda que o prefeito indicasse como candidato oficial um dos postes disponíveis em sua carteira de pré-candidatos.

Em tese, caberá ao deputado estadual Paulo Guedes (PT) arbitrar o problema real de excesso de candidatos na oposição. Guedes, entretanto, não tem total isenção no processo, uma vez que defende abertamente a candidatura do irmão Anastácio.

Jogo de cena

Às voltas com mais um processo de cassação por quebra de decoro na Câmara Municipal, o vereador Mauricio Magalhães afirmou ao Em Tempo Real que, se ficar um único nome da oposição na disputa, será o seu. “Não sacrifiquei minha família e meus amigos para fazer papel de covarde na hora do vamos ver”, diz Magalhães. O tucano Hugo Mota, que tem pouco a perder e alguma experiência a ganhar, diz o mesmo: será candidato de qualquer jeito.

Faltam nomes a candidato oficial em Manga, mesmo com promessa de bom salário e mordomias em caso de sucesso

MANGA - Recusar um ‘emprego’ com salário de R$ 15 mil com direito a pacote de mordomias não é para qualquer um. É mais ou menos isso o que está acontecendo na sucessão manguense: o prefeito Joaquim Oliveira (PPS) ainda não conseguiu resolver o cada vez mais urgente problema da indicação do nome que vai disputar a cadeira de prefeito com a chancela de candidato oficial. Fato estranho, porque o prefeito realiza administração bem avaliada pela população local.

Duas semanas após receber ‘comitiva’ em sua residência com o convite para que aceitasse a missão de ser o titular de chapa da situação, o médico Cândido Dourado (PRB), na foto, ainda não manifestou interesse pela indicação e, tudo indica, vai dizer um sonoro não à oferta de apoio do prefeito Quinquinha Oliveira. Antes disso, o prefeito também não conseguira convencer o empresário Maurício Ramos (PPS) a enfrentar a sua sucessão. Ramos, até onde se sabe, aceita sair como vice.

Entre as muitas razões que levam o médico Cândido a deixar o cavalo passar arreado na sua porta, está o lado, digamos, financeiro da empreitada. A carência de médicos no país e, sobretudo no interior, torna o sonho de 10 entre 10 políticos menos atraente para os profissionais do jaleco branco e estetoscópio.

Salário de R$ 15 mil, carro de luxo com gasolina à vontade, telefones celular e fixo sem limite de gastos, mais passagens de avião e hotel, além de outras sinecuras pagas pelo contribuinte, que seriam o sonho de consumo da maioria dos mortais, é café pequeno para profissionais que podem ter retirada mensal de três ou até quatro vezes maior que o subsídio de prefeito em Manga, em dois ou três empregos.

O que ainda leva um médico cogitar entrar para a política é a vaidade: o cargo de prefeito dá visibilidade e poder sobre a rotina de alguns milhares de munícipes. Além disso, tem a liturgia do cargo, a que já se referiu o ex-presidente José Sarney (PMDB), que, entre outras, confere o status de ser tratado de ‘sua excelência’ para lá, ‘sua excelência para cá' e salamaleques afins. Não é mesmo para qualquer um.

Montes Claros registra novo e mais intenso tremor de terra, felizmente sem vítimas

Com Agência Brasil

Montes Claros, no Norte de Minas, começa a ganhar o título pouco alentador de capital brasileira dos terremotos. Os moradores da cidade, localizada a cerca de 400 quilômetros de Belo Horizonte, sentiram os efeitos de forte tremor de terra em todos os bairros da cidade na manhã deste sábado. Segundo o Corpo de Bombeiros do município, o tremor foi registrado às 10h50 e não houve vítimas.

Informações preliminares do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB) dão conta que o abalo desta manhã teve intensidade entre 3,8 e 4,2 graus na escala Richter. A cidade passou por outros abalos de menor intensidade em pelo menos quatros ocasiões nos últimos quatros anos (2008, 2009 e 2011, e em abril deste ano). Montes Claros tem registros de nada mais, nada menos do três abalos estimados em magnitude três na Escala Richter.

A central de atendimento telefônico dos Bombeiros registra número recorde de ligações e as redes sociais trazem relatos de que tremores menores estariam acontecendo em alguns pontos da cidade no início desta tarde.

O professor Lucas Barros, chefe do Observatório, explicou que a magnitude exata não pôde ser medida no momento do fenômeno, e a avaliação foi feita com base em tremores anteriores e na descrição dos moradores da cidade.

Mais de 50 chamadas foram feitas para os bombeiros na manhã de hoje, a maioria solicitando orientações e vistoria de prédios. Foram registradas rachaduras leves no prédio do shopping popular da cidade e em um dos prédios da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes).

No dia 2 de abril, o Observatório Sismológico registrou uma série de quatro pequenos tremores de terra em Montes Claros, com magnitude máxima de 3 graus na escala Richter.

Aliado do prefeito Quinquinha oferece nova denúncia contra Maurício

Fotomontagem: www.norticias.com.br

A instalação de nova comissão especial temporária para investigar a suposta quebra do decoro parlamentar do vereador Maurício Magalhães (PR), ao lado, aprovada na noite de ontem pela Câmara Municipal de Manga foi provocada por denúncia do presidente da comissão provisória local do PTB, Elísio Cardoso de Abreu, o Teno (de camiseta amarela).

O oferecimento de nova denúncia contra o vereador de oposição é recurso regimental para reabrir o caso depois que o presidente da Casa, Francisco Farias Gonçalves, o Tim 2000 (PPS), havia aprovado resolução legislativa que anulou a conclusão de relatório preparado por comissão especial temporária anterior em razão de liminar judicial que proibira a Câmara de votar a cassação de Maurício.

A atitude de Tim 2000 surpreendeu os meios políticos locais. Este Em Tempo Real questionou se não se tratava de mera estratégia 'recuo do bode' que anteceria nova e mais assertiva tentativa de cassar mandato do vereador Maurício, acusado de quebra do decoro parlamentar na briga que protagonizou com o super-secretário da Câmara de Manga, Remington Diamantino. Processo administrativo realizado pela mesa diretora da Casa concluiu pela inocência de Diamantino e indícios de culpa do vereador Magalhães na contenda em torno do uso de um computador. O super-secretário Remington não recebeu sequer advertência pela participação no episódio.

Teno, conhecido papagaio de pirata na nova mania local de fotografar à exaustão todo evento oficial ou não em que o prefeito Joaquim Oliveira (PPS) esteja presente, não tem interesse direto na degola de Maurício Magalhães. O que torna ainda mais surpreendente a sua intervenção nessa já cansativa queda-de-braço que envolve o ex-aliado Maurício e o prefeito Quinquinha Oliveira.

A cassação do parlamentar, se e quando acontecer, vai beneficiar o suplente de vereador Evilásio Amaro (PPS). A base aliada do prefeito tem votos suficientes para cassar Maurício, mas o assunto deve ir parar novamente no Judiciário, com a declarada intenção do vereador em se valer outra vez da medida cautelar para tentar prorrogar a cassação.

Em enredo kafkiano, Câmara de Manga abre terceiro processo de cassação contra vereador em menos de três meses

 ATUALIZADO EM 19/5, ÀS 10H45

MANGA - O vereador Maurício Magalhães (PR) enfrenta o terceiro processo de cassação por suposta quebra de decoro parlamentar desde que a Câmara de Manga retornou do recesso, no início do mês de fevereiro. Antes disso, Magalhães já havia enfrentado a tentativa frustrada do ex-vereador Evilásio Amaro (PPS) em tomar o seu mandato por infidelidade partidária, no início deste ano.

O presidente da Casa, vereador Francisco Farias Gonçalves, o Tim 2000 (PPS), colocou em votação nesta sexta-feira (18/5) nova comissão especial temporária para investigar o procedimento de Magalhães no agora notório episódio da troca de sopapos e insultos com o servidor e secretário Remington Diamantino, em outubro do ano passado. O vereador Magalhães enfrenta situação digna do romance do escritor Franz Kafka, em que a personagem Josef K. é preso e enfrenta longo e inexplicado processo judicial sem saber exatamente do que é acusado.

A comissão especial, a terceira com a mesma finalidade desde fevereiro, foi aprovada agora há pouco por cinco votos dos sete parlamentares presentes no plenário. Dois vereadores não compareceram à sessão: Maurício Magalhães, principal interessado na matéria, e o colega Eliel Dourado (PRB). O advogado e vereador Leonardo Pinheiro (PSB) preferiu uma vez mais ficar em cima do muro ao abster-se de votar a resolução da mesa diretora.

Atitude mais coerente quem teve mesmo foi o vereador Sebastião Fernandes, o Tião de Juca (PSDC), único voto contrário à quarta tentativa consecutiva de cassação do mandato de Maurício Magalhães, que toma, pela repetição, contornos de empreitada meramente política contra o vereador mais votado da atual legislatura.

O vereador Valdir Ramos (PPS), que acaba de retornar ao plenário após uma temporada na Secretaria de Ação Social, será o relator da comissão temporária, que tem prazo de 30 dias para concluir o relatório com as conclusões da investigação.

Vendetta

A instalação da nova comissão temporária acontece duas semanas depois que a mesa diretora da Casa aprovou resolução que tornava sem efeito o relatório da comissão especial temporária anterior, que havia concluído pela quebra de decoro do vereador Maurício Magalhães naquele mesmo episódio da briga com Remington Diamantino. Mas não é só: a Câmara já havia cancelado uma primeira comissão, que havia sido constituída por número de votos inferior ao previsto no regimento interno.

O cancelamento do relatório da comissão anterior foi reação ao mandado judicial emitido pela juíza substituta da Comarca de Manga, Elisa Eumência Mattos Machado Penido, que havia determinado ao presidente da Câmara, vereador Tim 2000 (PPS), a suspensão da sessão plenária que vai julgar procedimento administrativo referente ao processo de quebra de decoro parlamentar.

Chuva de granizo derruba casas e destrói lavouras em Manga

A tempestade deixou um rastro de destruição na região já castigada pela seca

A Prefeitura de Manga conclui ainda na tarde desta sexta-feira (18) levantamento dos estragos provocados pela chuva de granizo que atingiu as comunidades de Vila Primavera e Novo Plano, distantes a 28 quilômetros da sede do município. Embora não tenha provocado vítimas, a tempestade do final da tarde da última quarta-feira afetou a rotina de cerca de 30 famílias, sendo que 20 edificações foram duramente castigadas e nada menos do que 10 casas totalmente destruídas.

Vale ressaltar que a região essa mesma região já enfrentava os rigores da estiagem que castiga a região. Desde o início da semana o Norte de Minas já registrava queda brusca de temperatura, com a frente fria que chegou à região. Há registros de vendavais também nos municípios de Montes Claros, Janaúba e Capitão Enéas. 

No caso de manga, a força dos ventos derrubou paredes, destruiu telhados, antenas parabólicas e caixas d´água. Foram cerca de 30 minutos de devastação, com trovões, relâmpagos e muito granizo, que culminou ainda na perda de praticamente toda a lavoura de subsistência, em especial cana-de-açúcar, milhão e feijão. “O que foi plantado, foi destruído”, testemunha um morador da Vila Primavera, onde o vento forte e a tempestade danificou inclusive o prédio da Escola Municipal Bebedouro.

Ministro diz a prefeitos que obras da BR-135 entre Manga e Itacarambi saem até o final do ano

Prefeito Jaoquim Oliveira cumprimenta ministro Sérgio Passos: licitação para trecho da BR-135 entre Manga e Itacarambi sai até setembro

O deputado federal e pré-candidato a prefeito por Sete Lagoas Márcio Reinaldo (PP) foi o cicerone, nesta semana, de três prefeitos norte-mineiros em visita aqui na capital federal, durante a XV Marcha dos Prefeitos a Brasília, movimento liderado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Joaquim Oliveira (Manga), padre José Aparecido Lisboa (Montalvânia) e o recém-empossado Expedito da Mota Pinheiro, o Péu (Juvenília), estiveram reunidos em audiência, na tarde da última quarta-feira, com ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, que voltou a assegurar que a pavimentação asfáltica do trecho de 48 quilômetros entre Manga e Itacarambi, no extremo Norte de Minas, está no radar da pasta.

O ministro informou ao deputado federal Márcio Reinaldo que o projeto-executivo da obra está em fase final. A boa notícia nessa longa novela do asfaltamento da BR-135 - e um avanço em relação à audiência anterior do ministro Sérgio Passos, há quase um mês, com os deputados petistas Gabriel Guimarães e Paulo Guedes – foi a sinalização do ministro dando conta que a licitação do subtrecho deve acontecer no próximo mês de setembro, com a assinatura da ordem de serviço para o início das obras de pavimentação prevista para ocorrer ainda no final deste ano.

Cronograma anterior definido pelo Departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes (Dnit) previa o início das obras para meados do mês de maio, o que acabou não acontecendo por conta de entraves na elaboração do projeto-executivo da obra.

Texto distribuído pela assessoria de comunicação da Prefeitura de Manga não faz menção, entretanto, aos impasses que atrasavam até aqui a pavimentação da BR-135 entre Itacarambi e a divisa com o Estado da Bahia. Um desses obstáculos é a necessidade de realizar levantamento que detecte a existência de cavernas na região do povoado de Rancharia, no município de São João das Missões.

Bispo vai a Montalvânia pedir a católico que não vote em padre

Continua rumorosa a repercussão da visita que o bispo da Diocese de Januária, dom José Moreira da Silva (foto), fez à cidade de Montalvânia há pouco mais de duas semanas. Durante celebração na Paróquia Cristo Rei, Dom Moreira repetiu para incrédulos fiéis o que já dissera aos católicos de Januária e Manga: o eleitor não deve votar em padres-candidatos. E mais: o sacerdote que optar por seguir carreira na política deve antes deixar a Igreja.

Montalvânia, como sabe parcela dos meus 19 leitores, tem como atual prefeito o padre, ou ex-padre,  caso alguém prefira, José Aparecido Lisboa (PTB). O prefeito José Aparecido é candidato à reeleição no dia 7 de outubro. Mas não é só: o pároco da cidade, o padre Wellington Rocha é filiado ao PRB no vizinho município de Manga e alimentava até outro dia veleidades de eleger prefeito naquela cidade.

Dom Moreira parece ter escolhido o púlpito certo para reforçar sua mensagem neste decisivo e agitado momento que antecede as convenções partidárias. O bispo jogou farinha no ventilador das pretensões dos padres adeptos da mundanas inclinações à militância político partidária.

A prédica do bispo Moreira serviu para dar um nó na cabeça de parcela dos fiéis, dividida entre suas preferências eleitorais e o peso da tradição que aconselha a acolhida dogmática ao que diz a autoridade eclesial máxima em âmbito local. Sempre os há os eleitores com discernimento suficiente para chegar à conclusão que política e religião ocupam terrenos estanques, mas, ainda assim, dom Moreira conseguiu cravar a cunha da dúvida no projeto reeleitoral do padre José Aparecido ao contribuir com sua autoridade pastoral para cristalizar os argumentos dos que defendem que lugar de padre é mesmo na igreja.

'Somos a oposição legítima em Matias Cardoso”, diz ex-prefeito Joquinha

Vista aérea de Matias Cardoso: ex-prefeito diz que está no páreo pelo terceiro mandato

Primeiro prefeito de Matias Cardoso, no extremo Norte de Minas, Josemir Cardoso dos Santos, o Joquinha (PDT), refuta a tese de que o município terá candidato único nas eleições de outubro. Do alto da experiência de quem já comandou o município por dois mandatos (1993/1996 e 2001/2004), o ex-prefeito garante que há oposição ativa e disposta em Matias para enfrentar o embate eleitoral que se aproxima.

Joquinha vai mais adiante: o seu nome e o do agricultor Juarez Alves Pereira, o Juarez de Izaulino (PSDB), representam a alternativa contrária à continuidade do governo do atual prefeito, João Cordoval (PSDC). Conversações com vistas à aliança estariam em andamento para a formação de chapa que conte com o próprio Joquinha como candidato a prefeito e Juarez como seu vice. A alianã entre os dois seria  apoiada ainda por mais três partidos, entre eles o PT e o PMN. A afirmação foi feita em contato telefônico com o autor desta página, na manhã da última terça-feira (15/5).

Esse posicionamento do veterano Joquinha tem endereço certo: os rumores da existência de candidatura única na sucessão de Matias Cardoso, hipótese em que todos os partidos se aglutinariam como satélites no entorno do administrador de fazendas Edmárcio Moura Leal, o Edmárcio da Sisan (PSC), sabidamente um neófito em política, mas que tem o nome turbinado por sua ligação com o senador sergipano Eduardo Amorim (PSC), um dos sócios do Grupo Sisan, que tem braço agropecuário no município.

Na conversa, Joquinha ainda deixa no ar a insinuação de que Edmárcio será o candidato do prefeito João Cordoval e não uma 'produção independente' da atual administração como tenta se apresentar ao eleitor local. Ainda segundo o ex-prefeito, seu arqui-rival Pedro Cristóvão de Souza, o Tó (PPS), também não tem argumentos para se dizer oposição ao prefeito João Cordoval, porque foi seu apoiador de primeira hora nas eleições passadas.

Ficha suja

Questionado sobre a possibilidade de fazer parte da lista de políticos com a ficha suja e da sua inelegibilidade, Joquinha diz que tem mesmo duas prestações de contas recusadas pela Câmara Municipal, mas que isso não será obstáculos aos seus planos. “Foram julgamentos políticos e já estamos com a nossa assessoria jurídica cuidando do assunto”, desconversa o pré-candidato. Uma fonte que pede para não ser identificada diz, no entanto, que  Joquinha dificilmente vai conseguir o registro da candidatura na Justiça Eleitoral, porque tem um longo passivo de processos judiciais do tempo em que comandou o município.