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ÚLTIMO EMPURRÃO NA GESTÃO ANASTÁCIO

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TUDO A SEU TEMPO...

No Quarta, 04 Maio 2016 13:26.

Outra vez prefeito de Jaíba, Murça diz que é cedo para falar em reeleição

Novamente prefeito de Jaíba, Jimmy Murça (PCdoB), evita falar de planos para um segundo mandato, pelo menos por enquanto. No caso de Murça não é possível dizer um segundo mandato, já que ele passou a maior parte do tempo fora do gabinete do prefeito, após ter sido cassado pela Câmara de Vereadores em novembro de 2013. Desde então, o município assistiu ao, perdão pelo adjetivo, inacreditável rodízio de sete (e não oito como registrei aqui ontem) titulares no cargo.

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GUEDES E TADEUZINHO DE VOLTA À ASSEMBLEIA

No Terça, 03 Maio 2016 23:18.

Os secretários estaduais de Desenvolvimento das Regiões Norte e Nordeste (Sedinor), Paulo Guedes (PT), e Tadeu Martins Leite (PMDB), do Desenvolvimento Regional, Política Urbana e Gestão Metropolitana (Sedru), vão retornar à Assembleia Legislativa de Minas Gerais nesta quarta-feira (4) na condição de deputados. O retorno é temporário: a dupla de norte-mineiros vai ajudar com o quórum necessário para aprovar o projeto de reforma administrativa que o governador Fernando Pimentel enviou àquela Casa. Os deputados Cristina Corrêa (PT) e João Alberto Paixão (PMDB) deixam os cargos ainda nesta quarta-feira.  

As secretárias Juliana Pacheco (Sedinor) e Izabel Cristina Chiodi de Freitas (Sedru) assumem, respectivamente, as vagas de Guedes e Tadeu Martins. A reforma de Pimentel prevê o corte de pelo menos 60 mil cargos na estrutura administrativa do Estado, com o fim de secretarias e fundações. A economia esperada é de pelo menos R$ 2 bilhões, que ajudaria a minimizar a grave crise financeira que o Estado enfrenta. Tadeu e Paulo devem ficar no Legislativo pelos próximos 60 dias e atendem ao apelo de Pimentel para ter negociadores mais experientes durante o processo de votação.  

CRISE POLÍTICA EM JAÍBA VOLTA AO MARCO ZERO

No Terça, 03 Maio 2016 11:31.

Juíza anula cassação e Jimmy assume cadeira de prefeito pela terceira vez no atual mandato

A juíza substituta da Comarca de Manga, extremo Norte de Minas, Ludmila Linz Grilo, acaba de reformar decisão do então titular da Comarca Eliseu Silva Leite Fonseca, de junho de 2014, que negava pedido do prefeito afastado de Jaíba Jimmy Murça (PCdoB) para reassunção ao cargo, após ter vencido o prazo de 180 dias do seu afastamento. Decisão contrária ao prefeito Jimmy A juíza acatou pedido do Ministério Público da Comarca de Manga em que se denunciou que “o processo que resultou no afastamento do prefeito Jimmy Murça foi eivado de graves e incorrigíveis vícios procedimentais, com sérios indícios de compra de votos e da consciência de vereadores”.

A posse do novamente prefeito de Jaíba, Jimmy Murça, está prevista para acontecer em ato previsto para acontecer no salão da Câmara Municipal no início da noite desta terça-feira (3). Em entrevista por telefone, um entusiasmado Jimmy disse acredita que desta vez o retorno será definitivo. O prefeito decidiu trocar todo o secretariado e mantém, ao longo do dia de hoje, uma série de reuniões com colaboradores para definir os nomes do novo time de assessores do primeiro escalão.

Jimmy foi cassado após passar por investigação da comissão processante da Câmara de Vereadores de Jaíba, que concluiu pela cassação do prefeito no final de 2013, ainda no seu primeiro ano de mandato. Murça foi acusado de fraude em licitação, porque teria combinado previamente o preço para o pregão do transporte escolar no município. Segundo denúncia da época, para garantir que os envolvidos no esquema fraudulento seriam os ganhadores, o serviço era ofertado muito abaixo do valor de mercado para a região. O agora novamente prefeito sempre defendeu a tese de que foi vítima de armação.

A juíza considerou anterior que indeferiu medida cautelar em que o Ministério Público pedia a suspensão da cassação do prefeito Jimmy. O MP alegou a necessidade de revisão do caso ante a existência do fato novo para o processo que resultou da renúncia do então vice-prefeito Enoch Campos de Lima, no âmbito da delação premiada ao Ministério Público há quase três semanas. Segundo os promotores, a nova vacância no cargo de prefeito de Jaíba teria potencial para provocar ‘distúrbios na ordem institucional e disputa feroz’ pelo cargo entre as várias correntes políticas existente na Câmara Municipal. Com a saída de cena de Enoch, que estava detido no Presídio Regional de Montes Claros e renunciou para ganhar a liberdade, a Câmara deveria ter realizado eleições indiretas no prazo de 30 dias.

A decisão da magistrada surpreendeu até os advogados do prefeito Murça porque, há pouco mais de um mês, o juiz Marco Antônio de Oliveira Roberto, da Comarca de Januária, indeferiu pedido semelhante do Ministério Público com o argumento de que as sucessivas trocas dos gestores “causa prejuízos ao interesse público e grave lesão à estabilidade entre os poderes”. A juíza Ludmila Grilo argumentou, por outro lado, que diante de novos fatos na crise local, a saber, a renúncia do vice-prefeito Enoch, fez recrudescer exatamente o risco que seu colega magistrado quis evitar: o tumulto administrativo decorrente do entra e sai de prefeitos no comando do município.

Mensalinho

APAGÃO NA SUCESSÃO EM MONTES CLAROS

No Terça, 03 Maio 2016 08:08.

Complicações de Muniz e indecisão de Paulo Guedes deixa processo em aberto

Nem o mais lunático dos profetas poderia prevê, há quase quatro anos, esse nó que paralisa a política da maior cidade do Norte de Minas após a prisão do prefeito Ruy Muniz (PSB) na esteira da Operação Máscaras da Sanidade II. Estou falando, claro, de Montes Claros. A cinco meses das eleições municipais, o quadro é de barafunda total. Até ser preso, Ruy Muniz tinha boas chances de conquistar um segundo mandato. Sua administração dá para o gasto – embora fique longe do que poderia ter sido caso metade daqueles projetos megalomaníacos que prometeu em campanha, caso dos trens europeus centro-periferia e vice-versa, tivessem saído do papel.

Ruy Muniz viveu, na segunda-feira 2, talvez o momento mais difícil desde que a saltitante primeira-dama e deputada federal, Raquel Muniz (PSD), o jogou na boca da cena do noticiário nacional, quando, por sorte madrasta, citou a gestão do marido no município como exemplo para o país, durante a votação circense do impeachment da presidente (ex) Dilma Rousseff.

Por que a segunda-feira foi crucial para Ruy? O empresário completou 56 anos de vida numa cela do Presídio Regional de Montes Claros, onde, muito provavelmente, teve oportunidade para rever o filme da sua vida, desde ao milionário golpe ao bancão público até, muito presumivelmente, sobre os passos que precisa tomar na política local, assim que deixar a prisão.

Em tentativa de ordem unida, o entorno do prefeito garante que ele deixa a cadeia nesta quarta-feira (4), quando terá oportunidade de avaliar melhor o tamanho do estrago que a estadia n cadeia provocou no seu conhecido projeto de ficar mais quatro anos no gabinete principal da Prefeitura de Montes Claros. Uma coisa é certa: a sucessão local está praticamente de pernas para o ar com a prisão do prefeito-candidato. A dúvida que se estabelece é se Ruy ainda teria margem para levar adiante a narrativa de que é vítima de uma conspiração após ter enfrentado interesses inconfessáveis em Montes Claros – especialmente na área da saúde?

O revés de Ruy deveria ser o Nirvana do PT, correto? Errado. Prestes a ser escorraçado do governo central, maculado pela corrupção e com seus principais líderes encalacrados com a Justiça, o petismo não parece muito animado com a sucessão em Montes Claros. Principal liderança no município, o deputado estadual Paulo Guedes, agora na Secretaria de Desenvolvimento Regional, não demonstra muito apetite para aproveitar a janela de oportunidade que se abre após as máscaras da insanidade desnudarem o otimismo de Ruy Muniz.

Continua...

O JORNAL DE ANASTÁCIO

No Domingo, 01 Maio 2016 17:56.

Saiu o primeiro informativo de balanço da gestão do petista Anastácio Guedes à frente da Prefeitura de Manga. O panfleto propagandístico recebeu o nome de ‘Minha Terra’ e traz 24 páginas de muitas loas e louvores à primeira gestão petista no município. O tom é otimismo e profissão de fé no futuro com manchetes meio fora da realidade como as pretensiosas ‘Manga não dá bola para a crise’ ou ‘Em Manga o progresso não para’. 

Mas há ainda afirmações contraditórias como ‘Em Manga o futuro já chegou’ para, algumas páginas depois, esse mesmo futuro se transformar em promessas como ‘Preparando para as próximas décadas’ e ‘Construindo o futuro’. Incomodada, a oposição já chama o jornal, bem feito no tocante à forma, de peça de ficção e ‘Jornal das Maquetes’, em referência bem-humorada ao excesso de imagens do que seriam as futuras obras do Parque Uirapuru, da escola técnica federal e de uma unidade de saúde. Não faltou nem mesmo uma fotomontagem da pavimentação da Avenida Ayrton Senna, obra ainda em fase de licitação.   

MAMÃE NÃO QUERO SER PREFEITO...

No Domingo, 01 Maio 2016 17:33.

Muita calma nessa hora...

[ATUALIZADO] - Veja, caro leitor, algumas situações de dúvidas e incertezas nesta pré-etapa de arrancada das eleições municipais. A cinco meses do pleito, atuais prefeitos com a prerrogativa de busca pela reeleição e candidatos a entrar no páreo carregam aquela dúvida shakespereana: ser ou não ser. O ex-prefeito de Manga Quinquinha Oliveira (PTB) tem mandado sinais contraditórios para o seu eleitor. Ainda que até as pedras do Cais do Porto saibam que seu principal sonho de consumo é voltar a ocupar a cadeira onde passou temporada de quase seis anos entre 2007 e 2012, Quinquinha tem repetido a interlocutores de Januária, para onde se mudou desde que desde a Prefeitura de Manga, que ainda avalia se vai mesmo entrar na disputa contra o atual prefeito e candidato à reeleição, Anastácio Guedes (PT).

O empresário Quinquinha repisa, sempre que pode, a velha arenga de que teria perdido muito dinheiro ao deixar o comando das suas empresas para se ocupar do cargo de prefeito. Ele atua no ramo de distribuição de combustíveis, além de ser dono de uma das balsas da travessia sobre o Rio São Francisco entre Manga e Matias Cardoso. Quinquinha tem buscado aconselhamento com ex e atuais prefeitos da região, quando indaga se esse seria mesmo o melhor momento de voltar à política.

Em caso de vitória nas eleições em Manga, o que nem de longe está garantido, apesar da confortável dianteira que parece ter nas intenções de voto, Quinquinha sabe que não terá a mesma vida mansa que encontrou na sua passagem anterior pelo cargo: a arrecadação do município é pelo menos 30% menor e ele não conta mais com o aliado Arlen Santiago (PTB), o deputado que se gabava de pertencer à cozinha dos governos tucanos de Aécio Neves e Antonio Anastasia, atuais senadores por Minas.

Manoel Jorge vai amarelar

Fonte confiável aqui do Em Tempo Real garante: o prefeito em primeiro mandato de Januária, Manoel Jorge (PT), praticamente desistiu de ir à reeleição. E o que desanima o já desanimado MJ? Pesquisas para consumo interno indicariam forte rejeição ao seu nome. Oficialmente, Manoel vai dizer que desiste da busca por novo mandato para atender aos apelos da família, em especial da primeira-dama Nancy Bergman Monteiro Castro. A conferir.

Hamilton Viana e Cia.

Ainda de acordo com a mesma fonte, há pelo menos quatro nomes na fila prontos para receber o apoio de Manoel Jorge – entre eles o vice Hamilton Viana, também do PT. Se não for balão de ensaio, a desistência de Manoel Jorge guarda uma grande ironia: bancário aposentado, MJ passou pelo menos duas décadas à espera do melhor momento para disputar a Prefeitura de Januária. Muito estranho que agora resolva abrir mão da prerrogativa de disputar a reeleição. Vai saber...

Vai você que eu não vou...

O caso de Manoel Jorge não seria o único. Há um magote de prefeitos relutantes em disputar o segundo mandato. Invariavelmente, a turma tem sido desestimulada pelas pesquisas de opinião que indicam dias difíceis para suas pretensões. Mas não faltaria até mesmo casos de prefeitos que teriam alguma chance de serem reeleitos, por conta da fraca oposição em seus municípios, mas que, ainda assim, seguem indecisos quanto entrar na disputa e pouco otimistas com dias melhores para o país.

Zé Vicente & Sua Gente...

Expectativa em Montes Claros para a posse do ex-apresentador de TV José Vicente Medeiros (PMDB) no cargo de prefeito de Montes Claros. Zé Vicente é o vice de Ruy Muniz (PSB), que segue detido no Presídio Regional de Montes Claros. A ruidosa prisão de Muniz, que correu mundo após a saltitante primeira-dama do município, Raquel Muniz (PSD), ter feito referência à sua gestão como modelo para o país na justificativa do voto pelo impeachment da (ex) presidente Dilma Rousseff, completa 15 dias nesta segunda-feira, 2 de maio. A Lei Orgânica de Montes Claros prevê a vacância no cargo após 20 dias de ausência do município, mas, como de se esperar, não faz referência à ausência por prisão do titular – algo inédito na histórica local.

Zé Vicente & Sua Gente II...

ACUADO, PIMENTEL BLINDA CAROL

No Sexta, 29 Abril 2016 08:17.

 Receio de eventual complicação nas investigações contra primeira-dama antecipa movimento  

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, surpreendeu o país na quinta-feira (28) com a nomeação da mulher, a jornalista Carolina Oliveira Pimentel, para a Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Social do Estado. Nada de novo no front. Afinal, nepotismo é prática cotidiana no Brasil.

O problema é que a primeira-dama de Minas está na mira da Polícia Federal, no âmbito da Operação Acrônimo, em que se investiga suposto esquema de lavagem de dinheiro em campanhas eleitorais. A Polícia Federal apurou que a empresa Oli Comunicação e Imagem, que tinha Carol como principal sócia, teria sido usada para repassar recursos à campanha vitoriosa de Fernando Pimentel ao governo de Minas, em 2014. Na época, os dois já estavam casados. Eles se conheceram aqui em Brasília, após a jornalista assumir o cargo de coordenadora da comunicação no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O agora governador comandou a pasta entre 2011 e 2014

Pimentel repete com a primeira-dama de Minas estratégia semelhante àquela que a amiga Dilma Rousseff tomou em relação ao ex-presidente Lula, cuja nomeação para a Casa Civil segue suspensa pela suspeita mais ou menos óbvia de que teria sido estratégia para brindá-lo dos tentáculos do juiz Sérgio Moro nas investigações da Operação Lava Jato. Pimentel é um homem acuado desde que seu amigão e novo rico Benedito Oliveira Neto, o Bené, outro investigado pela Operação Acrônimo foi preso pelos federais, há duas semanas.

Temeroso do que pode vir por aí, o governador achou por bem criar um cordão de segurança em torno da mulher. O que se comenta nos bastidores em Minas é que Pimentel teme eventual prisão da esposa, que acaba de voltar da licença maternidade da primeira filha, Maria Fernanda, que veio à luz no início de dezembro passado.

Outra motivação para a nomeação é o fato da investigação contra Carolina Pimentel correr em segredo de Justiça no Superior Tribunal de Justiça, aqui em Brasília. Na hipótese de desmembramento do inquérito, e caso primeira-dama de Minas continuasse sem esse objeto do desejo nacional, o tal foro privilegiado, ela assaria a responder ao processo em primeira instância, aqui no Distrito Federal. O que fez Pimentel? Nomeia a mulher como secretária de Estado, decisão que automaticamente transfere o julgamento do seu caso para a segunda instância no Tribunal de Justiça, em Minas. Ao levar o caso da mulher para Corte mais próxima, Pimentel abre espaço para o que a oposição em Minas já especula escancaradamente, evita que o caso da mulher fuja ao seu controle.

De que a coisa foi feita às pressas sobram evidências das versões conflitantes do agora ex-secretário do Trabalho André Quintão (PT), que disse ter sido ideia sua indicar a primeira-dama para o cargo de presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social. O companheiro Quintão declarou que optou por voltar ao Legislativo para ajudar Pimentel na votação de reforma administrativa, abrir vaga para a nomeação da primeira-dama foi mera consequência. Já o líder do governo na Assembleia Legislativa, o deputado petista Durval Ângelo, diz que Carolina Pimentel fica na pasta do Trabalho até julho próximo, quando deve ceder a vaga novamente para Quintão.

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FEDERAIS COMBATEM CRIME ORGANIZADO EM MG

No Quinta, 28 Abril 2016 09:32.

Operação Todos Pagam desarticula quadrilha responsável por tráfico de drogas e assaltos em municípios do Norte de Minas

A Polícia Federal voltou a campo nesta quinta-feira (28/4) no Norte de Minas, mas desta vez não investigou agentes públicos, como tem sido a rotina. Aliás, a sensação de alívio é geral entre os políticos, porque havia ruídos de algo estaria na iminência de acontecer depois que veículos da PF foram vistos transitando nas últimas horas na BR-135, rodovia que liga Montes Claros à capital Belo Horizonte.

A Operação Todos Pagam tem o objetivo de acabar com organização criminosa acusada de atuar no tráfico de drogas e de armas na região norte de Minas Gerais, com ramificações no estado do Mato Grosso do Sul. A força-tarefa é composta por cerca de 110 Policiais Federais. Eles cumpriram, desde as primeiras horas da manhã, 68 mandados judiciais expedidos pela 1ª Vara Criminal de Montes Claros. A PF não divulgou ainda os nomes dos envolvidos, mas confirmou a realização de 15 mandados de prisão temporária; 18 mandados de busca e apreensão e outros 35 de sequestro de bens. 

As ações acontecem simultaneamente na capital Belo Horizonte, São Joaquim de Bicas, Nova Porteirinha, Salinas, Padre Carvalho e Montes Claros, todas no Norte de Minas, além de Iguatemi , no Mato Grosso do Sul, onde o grupo supostamente teria ramificações. Os detalhes da operação serão conhecidos logo mais, ao final da manhã, durante coletiva de imprensa que os federais programaram para a sede Delegacia Regional, em Montes Claros. O nome da operação é referência à irradiação das ações dos federais, com atuação em todas as frentes de combate ao crime. 

Nota enviada à imprensa pela assessoria de comunicação da Polícia Federal dá conta que as investigações aportam para um grande esquema de distribuição de drogas e armas em municípios do Norte de Minas. A quadrilha ‘importava’ as drogas e armamento do Mato Grosso do Sul. Além disso, a quadrilha também realizava assalto a empresários, roubo a agências lotéricas, agências dos correios e estabelecimentos comerciais, bem como furto de veículos e de bens de pessoas físicas.

Continua...

ÚLTIMO EMPURRÃO NA GESTÃO ANASTÁCIO

No Quinta, 28 Abril 2016 07:48.

Prefeitura de Manga faz licitação para obras de pavimentação da Ayrton Senna e ruas do entorno

A Prefeitura de Manga, no extremo Norte de Minas, realiza daqui a pouco, a partir das 9h00, a licitação para definir o nome da empresa que vai asfaltar algumas vias dos bairros Arvoredo e Novo Cruzeiro, além da Avenida Ayrton Senna, que repete o traçado da antiga pista de pouso para aeronaves da cidade e hoje serve como via marginal para a futura escola técnica federal, ainda em construção. Os recursos para a obra, orçados em R$ 3,6 milhões serão repassados pelo governo estadual.

A pavimentação asfáltica da Ayrton Senna e seu entorno é parte da estratégia do deputado estadual e secretário de Desenvolvimento das Regiões Norte e Nordeste de Minas, Paulo Guedes (PT), para tentar reeleger seu irmão e atual prefeito do município, o também petista Anastácio Guedes. O governo estadual liberou até agora R$ 1,8 milhão para prometida frente de obras que promete ser a salvação da lavoura de Anastácio.

O clima nos corredores da Prefeitura de Manga é de certa tensão porque há promessas pouco veladas de setores da oposição de tentar melar o processo com o uso do expediente pouco republicano de incentivar a participação no certame de empresas pequenas e sem a expertise para tocar a obra. Ao longo da quarta-feira (27), véspera do certame, uma empresa de fundo de quintal com sede em município da região entrou com recurso, já negado, em que pedia a suspensão do processo licitatório.

A suspeita é que o papel dessas firmas seria apenas o de contestar o resultado do certame e adiar ao máximo a assinatura da ordem de serviço e evitar o ganho eleitoral que o prefeito Anastácio Guedes (PT) pode ter com a chegada do asfalto ao bairro mais populoso da cidade. As supostas manobras oposicionistas têm o objetivo de barrar iniciativa que considera eleitoreira. Há ainda a suspeita, irresponsável, diga-se de passagem, que a obra de final de mandato seria uma forma de trazer um, como posso chamar, adjutório financeiro para a campanha eleitoral do companheiro Anastácio.

Tiro pela culatra

GASTANÇA NO FIM DO GOVERNO DILMA

No Quarta, 27 Abril 2016 13:27.

Petistas correm para liberar recursos antes da saída de cena da presidente petista

O prefeito de Manga, Anastácio Guedes (PT), passou aqui por Brasília esta semana. Na quarta-feira (26), ele visitou a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Ciceroneado pelo deputado federal e também petista Gabriel Guimarães, Anastácio tenta liberar verbas federais anunciadas para o seu município antes do fim antecipado do mandato da Presidente Dilma Rousseff. Em clima de corrida contra o tempo, os petistas pediram audiência com o presidente da Funasa, Márcio Endles Lima Vale, para solicitar pressa na liberação da última parcela dos recursos para a execução das obras de modernização do sistema de abastecimento de água. 

Os antigos e insalubres tubos de amianto serão substituídos por canos de PVC. Convênio entre a Prefeitura de Manga e a Funasa, durante a gestão do ex-presidente Antônio Henrique Pires, demitido há quase um mês, previa o repasse R$ 5,4 milhões ao município, mas ainda falta liberar pouco mais de um milhão. É pouco provável que o faça antes do final melancólico do governo petista. Pelo andar da carruagem, a presidente Dilma fica apenas mais duas semanas no cargo.

O clima no governo é de fim de feira e de limpeza das gavetas. Anastácio, que usou em palanque a parceria com o governo federal como garantia de que o Manga receberia tratamento privilegiado de Brasília, fica, a partir de agora, órfão do reforço federal. Mas não há muito a perder, durante o governo Dilma o município recebeu mais promessas do que recursos efetivos.  

Outro movimento que corrobora a tese de que haveria um chamamento do governo Dilma para que aliados petistas corram a Brasília atrás de verbas foi a passagem aqui pela cidade da vice-prefeita de Miravânia, Sonia Shirley Caldeira Viana, a Soninha. Recebida pelo deputado federal Reginaldo Lopes, ela veio atrás de verba para a construção de uma creche do Programa ProInfância e de ginásio poliesportivo na cidade.  Antes do apagar das luzes do seu governo, Dona Presidenta tenta dar uma mãozinha aos correligionários em dificuldades com as eleições municipais.