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A SEMANA DE AÉCIO

No 18 Junho 2017.

Senador mineiro enfrenta dias de tensão e choro na véspera da decisão do STF sobre sua prisão

(Foto Marcelo Prates/Agência O Globo)      

Aécio ao lado do avô  Tancredo Neves e da irmã Andrea em 1984. O tucano entrou para a vida pública como assessor do avô, que morreu antes de chegar à Presidência da República após eleição indireta em janeiro de 1985  

Interlocutores do senador afastado Aécio Neves têm feito chegar às colunas de política a informação de que o tucano mineiro cai no choro à simples menção do nome da irmã Andrea Neves. A outrora poderosa assessora do então governador de Minas Gerais completa neste domingo seu primeiro mês de prisão. Andrea foi detida em 18 de maior, durante a Operação Patmos, sob a acusação de ter participado de pedido de propina no valor de R$ 2 milhões aos donos da JBS. Andrea também teria participado da tentativa de vender um apartamento da família, em endereço nobre do Rio de Janeiro, a Joesley Batista.

O negócio não aconteceu, mas a Polícia Federal captou indícios de que a transação teria sobrepreço como forma de repassar recursos para o senador mineiro. Aécio dizia precisar de recursos para bancar o pagamento de advogados na sua defesa nos processos a que responde na operação Lava Jato.

Desde a prisão da irmã, que tem ascendência de mãe sobre Aécio, o tucano atravessa o que já considerado o pior mês da sua carreira política, que entra agora em semana decisiva. O senador afastado tem mostrado alterna momentos de otimismo exagerado e crises de insegurança e desespero, quando repete que foi vítima de armação montada pelo ex-amigo Joesley Batista. Aécio tem motivos para temer a decisão no STF, porque sabe que sua prisão é o argumento que falta para retirar do PT o discurso engenhoso de única vítima da operação Lava Jato. O tucano coleciona uma série sem fim de derrotas no Judiciário desde que suas conversas pouco republicanas com Joesley Batista vieram a público.

O Supremo Tribunal Federal negou o pedido para o relaxamento da prisão da irmã há alguns dias. Na sexta-feira (16), o ministro Marco Aurélio Mello, negou outro pedido do tucano para que o pedido de prisão contra ele, formulado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), fosse analisado pelo plenário da Corte e não pela Primeira Turma.

Com a decisão do ministro Marco Aurélio, o novo relator do caso de Aécio, caberá à Primeira Turma do STF decidir, na terça-feira (20), se mantém ou não determinação monocrática do ministro Edson Fachin, ainda no mês de maio, que pedia a prisão de Aécio e seu afastamento do cargo no Senado. Na ocasião, Fachin recusou o pedido de prisão, mas recomendou o afastamento e outras medidas cautelares, como o impedimento de deixar o país ou de conversar com outros investigados. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, voltou à carga com novo pedido de prisão para Aécio, que entra em pauta esta semana.

A tendência é que o tucano vá se livrar da cadeia, mas que permaneça sem o mandato de senador até o fim das investigações. Vai sair no lucro, porque é de conhecimento geral que o tucano teme a prisão, por representar a pá de cal na sua já abalada trajetória política.

Escapar da prisão, contudo, é só um dos problemas de Aécio nesta semana decisiva. Entre um choro e outro, ele tem atuado para manter o PSDB na base aliada de Temer, como medida preventiva para tentar salvar a pele em caso de julgamento da sua cassação pelo plenário do Senado. Tenta evitar ainda a expulsão do ninho tucano, medida que o partido demora a tomar na sua conhecida indecisão diante de situações difíceis.

Ameaça de debandada em Minas

Outra preocupação de Aécio é impedir a debandada da sua base de apoio em Minas. Gente que até outro dia paparicava o neto de Tancredo resolveu sentir vergonha alheia e manda sinais de que a desgraça do tucano pode comprometer algumas carreiras em plano estadual. Coube ao senador Antonio Anastasia, notório preposto de Aécio, tentar evitar a sangria que pode fortalecer o também combalido PT do governador Fernando Pimentel na cena local.

O tombo de Aécio deixou o tucanato mineiro sem chão. A alternativa para 2018 pode ser uma aliança com o deputado estadual Dinis Pinheiro (PP), ex-presidente da Assembleia Legislativa de Minas, para a disputa do Palácio Tancredo Neves. Já o futuro de Aécio, que tem evitado falar ao celular com o receio de ainda estar sendo grampeado, é mais incerto. Ele deve desistir da busca pela renovação do mandato de senador.

Se não perder os direitos políticos até 2018, Aécio deve voltar algumas casas no tabuleiro político e buscar novo mandato de deputado federal. Muito pouco quem esteve perto de virar presidente nas eleições de 2014, quando esperava resgatar o destino do avô, Tancredo Neves, eleito pela via indireta em 1985, mas impedido de chegar ao cargo na antessala do gabinete presidencial, após enfrentar uma doença fatal.

Comentários  

0 #2 Geraldo Motta 21-06-2017 14:40
CHUPA QUE A CANA É DOCE...
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0 #1 pedycabria 19-06-2017 18:39
vai que e sua mineirin...
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