UNIMONTES PARA POR CONTA DE BAIXO SALÁRIO

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HORÁRIO DE VERÃO ACABA NO SÁBADO

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PROVEDOR REGIONAL PUXA AVANÇO DA BANDA LARGA

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TELEFONE FIXO A CAMINHO DO MUSEU

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 PREFEITOS EM PÉ DE GUERRA COM PIMENTEL

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APÓS NOVO W.O DE QUINQUINHA, COMISSÃO PROCESSANTE ENCERRA FASE DE INSTRUÇÃO

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Prefeito tem prazo de cinco dias para apresentar alegações finais, mas recusa em prestar depoimento indica que optou por judicializar…

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NA DEFESA, QUINQUINHA PARTE PARA O ATAQUE

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Prefeito alega fraude em votação e suspeição de vereadora entre argumentos para barrar denúncia de improbidade  Volumes com as cerca…

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Em Tempo Real - Luís Cláudio Guedes

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UM INTERVALO NA PROGRAMAÇÃO. É VAPT E VUPT!

No Quarta, 14 Fevereiro 2018 09:45.

Pelas próximas semanas os 17 leitores aqui do espaço ficam liberados para a leitura em outros sítios. Tem coisa boa por aí. O Blog vai ali e volta já. Na volta, há promessas de um debate que vale uma missa e algumas velas acesas pelas penadas almas que perderam o rumo e têm muito mais a dizer do passado do que propriamente oferecer alguma esperança de futuro. É gente que insiste em permanecer na boca da cena, a despeito de suas incompetências e certo talento para dividir, antes de somar, numa ponta, e outsiders que se apresentam sem a menor noção do tamanho da responsabilidade que é tocar a coisa pública em ambiente tão conflagrado como o atual.  

Fica uma reflexão para aqueles 17 que por aqui navegam: o que dizer de nossas escolhas? O eleitor talvez precise matutar melhor sobre quem delega poderes, pela via do voto, para o cargos de decisão sobre boa parte dos problemas que afeta a vida de todos (temas como saúde, educação, segurança e esperança no futuro). A esperança estará nas mãos dos capitães Nascimento do turno ou virá das antenas de TV, como cantava os Paralamas do Sucesso nos anos 1980.

Não custa perguntar sobre suas atitudes práticas e longe das luzes enganadoras dos palanques eleitorais: esses políticos reconhecem as liberdades de imprensa e o próprio Judiciário como parte dos pesos e contrapesos que harmonizam a vida democrática? Tem muito a ver com a eleição presidencial desta ano-calendário, mas tem link também com as escolhas locais. A cena é pródiga em governos fracassados, em parte pelo ambiente de crise geral, mas também pela pequenez dos seus horizontes.    

Vale para o plano país, mas também para os nossos microcosmos municipais. Sobre os políticos, o eleitor deveria se questionar: entendem a importância que a diversidade de opinião e da tolerância representam para o jogo democrático? Esses agentes respeitam os limites das liberdades constitucionais e as instituições de relevante interesse público? Ou delas querem apenas fazer instrumento do seus joguinhos e interesses mesquinhos?

Ter uma mente aberta para o jogo democrático é determinante para todo o resto -- sob pena de acontecer o que vimos por aí: cidades marcando passo por décadas no atraso e na miséria, em boa medida pelo fracasso das elites que estão no comando. Será uma boa peleja. E vai dar panos para muitas mangas, esses currais onde pastam nossa gente sempre na mãos dos velhos coronéis - agora travestidos de neoliberais 

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HORÁRIO DE VERÃO ACABA NO SÁBADO

No Segunda, 12 Fevereiro 2018 19:13.

Chega ao fim à meia-noite do próximo sábado (17) o horário de verão em vigor desde outubro passado, quando os relógios devem ser atrasados em uma hora.

Após quatro meses em vigor, o horário de verão impactou a vida das pessoas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Nos estados do Norte e do Nordeste não houve mudança nos relógios. A temporada do horário diferenciado neste verão em 2017/18 dividiu opiniões e o governo federal chegou mesmo a cogitar a possibilidade de fazer enquetes em redes sociais para deliberar sobre o assunto.

O fim do horário de verão não está de todo descartado, porque pesquisas de entidades do setor elétrico indicam mudanças nos hábitos de consumo de energia dos brasileiros. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o que influencia o maior consumo de energia no horário de pico não é mais a incidência de luz solar, e sim a temperatura.

Enquanto a mudança não vem, o governo já decidiu que a próxima edição do horário de verão deve começar mais tarde do que o habitual. É que o presidente Michel Temer assinou decreto, em dezembro passado, que reduz a duração do horário especial, transferindo o começo de outubro para novembro. A data de encerramento continuará no terceiro domingo de fevereiro de cada ano.

A justificativa para a adoção da medida ano após ano é o aproveitamento do maior período de luz solar para economizar energia elétrica. Em 2013, o país economizou R$ 405 milhões, ou 2.565 megawatts (MW), com a adoção do Horário de Verão. No ano seguinte, essa economia baixou para R$ 278 milhões (2.035 MW) e, em 2015 caiu ainda mais, para R$ 162 milhões. Em 2016, o valor economizado com Horário de Verão baixou novamente, para R$ 147,5 milhões.

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BALANÇOU, MAS NÃO CAIU...

No Quarta, 14 Fevereiro 2018 09:43.

Prefeito empodera secretária que vereador aliado classifica com ‘nota abaixo de zero’

Personagem-chave da mais grave crise enfrentada pelo prefeito de Manga na atual gestão, a secretária da Saúde, Luciene de Almeida Souza, segue firme e forte no cargo no pós-Carnaval. Ela tem sido alvo de fortes críticas vindas do ex-líder do governo na Câmara Municipal, vereador Evilásio Amaro Alves (PPS). Embora não tenha recebido nenhuma demonstração pública de apoio da parte do prefeito Quinquinha de Quinca de Otílio (PPS), a titular da Saúde parece ter saído até fortalecida do episódio em que chegou mesmo a bater boca com o vereador Evilásio. Na ocasião, ela teria dito que deve satisfação ao prefeito - a quem cabe mantê-la no cargo ou exonerá-la, a despeito da opinião do aliado de que ela não reuniria as condições necessárias para ocupar cargo no primeiro time da administração manguense, como se verá mais abaixo.  

O vereador apontou, durante discurso na tribuna da Câmara, no início deste mês de fevereiro, o que supostamente seriam negligências e falhas em serviço da secretária Luciene na condução do setor de saúde do município. Segundo uma fonte, o episódio teria servido mesmo foi para empoderar a secretária, que conseguiu unir todo o entorno do prefeito contra o vereador Evilásio. “A Lú é muito querida na Prefeitura. Esse assunto aí com o vereador não mudou nada a situação dela, que ficou até melhor”, contou uma fonte ao Blog. A fala do vereador, segundo esta mesma fonte, foi reduzida para um ‘surto’ sem maiores consequências.

Luciene Almeida recebeu a solidariedade de outras duas mulheres que formam o primeiro escalão da atual administração em Manga. As secretárias Fabrícia Mota Ferreira (Educação) e Cleide Alves Mota de Sá (Assistência Social), conta esta mesma fonte, teriam fechado questão no apoio à colega da Saúde. Cleide, que como o sobrenome indica é contraparente do prefeito, e Fabrícia Mota, que anda eclipsada na atual gestão, têm bastante influência nos corredores da Prefeitura e teriam, segundo essa mesma fonte, sido decisivas para evitar a exoneração de Luciene.

“Não tem a menor chance do prefeito aceitar uma indicação de Evilásio para a Secretária da Saúde. Quem conhece o homem sabe que não vai aceitar dividir o poder com ninguém”, comentou outro conhecedor da cena manguense, com visão bem próxima e privilegiada dos acontecimentos locais. Essas fontes, claro, pedem para não terem seus nomes revelados em razão da conhecida dificuldade do prefeito em lidar com críticas, ainda que construtivas.

Um leitor aqui do site lembra episódio parecido durante a primeira gestão de Quinquinha (2007/2012), quando o hoje advogado e então vereador Maurício Magalhães, o Maurício Cabeção (PR) rompeu com o prefeito na briga por espaço por essa mesma Secretaria da Saúde. Em meio ao tiroteio daquela ocasião, Eziquel Castilho, que era o secretário de Saúde de turno e amigão de Maurício, foi exonerado e enviado para um cargo de menor relevância na Fundação Hospitalar de Amparo ao Homem do Campo, a entidade mantenedora do único hospital da cidade. 

Evilásio diz que deixou a liderança do governo na Câmara para se sentir mais à vontade em apontar o que acredita ser falhas que atrapalham o atual governo. Se for mesmo irrevogável, a decisão do vereador deixa o prefeito em dificuldades, porque perde a única voz que defendia sua administração no Legislativo, onde não tem maioria de votos e ainda enfrenta a investigação de uma comissão processante às voltas com ato de improbidade na contratação de um escritório de advocacia.

Do alto da experiência dos seus cinco mandatos, Evilásio sabe do que está falando- tem experiência acumulada tanto em ser governo quando ser oposição. Companheiro de primeira hora do atual prefeito, o vereador aponta para o que seria falhas graves na atuação da secretária de Saúde, que, até onde se sabe, não desmentiu o vereador. Se tudo for empurrado para debaixo do tapete do gabinete do prefeito de Manga, Evilásio tem razão em abrir mão de ser líder de um governo de parâmetros éticos e morais com os quais não concorda.

No mesmo pronunciamento na Câmara, o vereador narra casos de supostas negligências da secretária em relação ao atendimento de pessoas que buscavam apoio da Prefeitura de Manga. Cabe ao leitor fazer seu próprio juízo desse imbróglio todo. Confira:

"A cobrança de uma senhora que tem problemas que carece de atendimento de um cardiologista, parece que três vezes por mês, e que a gestão anterior pagava pelo menos 50% [dos custos] dos seus exames. Não sei até que ponto isso é verdade, mas sei que da secretária não recebeu nenhuma assistência. Já tivemos aqui a cobrança do cidadão Capucho, em parte é verdade que procurou a secretária várias vezes na Secretária e ela não o atendeu. É verdade, e tá no [CAO?], a resposta que ela dá, mentirosa, de um pleito de atendimento à ajuda de custo para um cidadão que estava internado para fazer tratamento contra as drogas, ele é dependente. Eu estive inclusive no Caps [Centro de Assistência Psicossocial], vi o parecer do médico psiquiatra, vi o que foi feito. E ela [Luciene] mente numa resposta por escrito, que foi um parecer jurídico que impediu [de prestar o atendimento], e lá não tem parecer jurídico. Ela nega, inclusive, que a assistência social emitiu parecer contrário. E isso é mentira, porque a assistente social do Caps é a vereadora Castilha, que sequer foi procurada para se manifestar. Então é mentira. Então eu disse pessoalmente à secretária que ela para mim é 'nota zero', mas eu fui anda benevolente: ela está muito abaixo de zero, quando não atende o município de Manga a partir das 16:30; quando ela não atende o município de Manga nos finais de finais de semana; quando não atende ao princípio legal de prestar contas em audiência pública, inclusive nesta Casa [dá tapas no móvel da tribuna]; quando ela deixa de atender ao cidadão carente. Eu disse isso a ela e disse ao prefeito: essa pessoa Manga não merece tê-la nos seus quadros representando como secretária de Saúde. Não merece. Manga merece pessoa mais simples, mais dada à coisa pública, mais responsável com os recursos, por exemplo 15% [ fatia da saúde no orçamento]. Então eu não posso ser complacente e aí talvez não fique cômodo - talvez não fique cômodo para quem deve favores, eu não devo favor -, o líder do governo fazer críticas [à administração que representa]. Então, estou aproveitando que não sou mais líder, mas tinha manifestado para e para o prefeito, já manifestei nesta Casa, com relação à assistência social, que a gente espera que nesses oito dias saia uma resposta. Agora, aqui, neste quadrimestre, ou ela presta contas, e ela tem que prestar pelo ano passado, ou eu vou ser o primeiro signatário de buscar essas informações via Ministério Público”.

A fala do vereador é contundente pela riqueza de dados que oferece. Em tempos mais normais, teria sido motivo para pedido de demissão do agente público apontado em falhas como as que se lê mais acima. A carta de demissão não veio e o prefeito finge que não tem nada com isso. É pouco provável que o vereador Evilásio se dê por vencido e aceite placidamente a solução para o caso. Quem semeia ventos, costuma ter safra recorde de tempestades, especialmente em ambientes em que vicejam a cizânia. Resta saber quem vai piscar primeiro.

Procurados via e-mail, o prefeito e seu secretário de Governo, Henrique Almeida Fraga, não responderam até a publicação deste post. 

Demissões no Hospital

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UNIMONTES PARA POR CONTA DE BAIXO SALÁRIO

No Sábado, 10 Fevereiro 2018 10:18.

O ao letivo nem começou e os servidores da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) estão novamente em greve, na repetitiva e cansativa rotina que todos conhecemos. A falência do Estado brasileiros domina a paisagem, mas volta e meia mostra sua face mais aguda justamente na educação, onde deveria estar a última esperança de redenção para dias melhores. Uma comissão de servidores da Unimontes, em greve há 15 dias, esteve em Belo Horizonte, na sexta-feira 9, em audiência com o secretário de Estado e Planejamento, Helvécio Magalhães, para tentar abrir rodada de negociação em que a categoria reivindica pagamento de salários em atraso e reajuste em seus ganhos.

O encontro acabou sem resultado prático, porque Helvécio Martins é o porta-voz de um Estado quebrado, assumidamente incompetente quando o assunto é educação - vide o atrasos nos repasses aos municípios para o pagamento do transporte escolar. Assim não fosse, como justificar o vencimento básico de um professor especialista com 20 horas semanais de trabalho na Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) é de R$ 885,64. Isso é menos de um salário mínimo. Que chances de futuro pode ter o desgraçado país que paga aos seus professores universitários salário que ninguém mais no rodapé da pirâmide social quer receber?

o professor especialista recebe valor inferior ao salário de um professor da educação básica, que fica em torno de R$ 2 mil, quando se soma as gratificações não passa de R$ 1,3 mil. Essa é uma das distorções apontadas pela Associação dos Docentes da Unimontes (Adunimontes) para justificar a deflagração da greve dos professores, há 15 dias. A ser verdade que um professor universitário recebe apenas R$ 1,3 mil, após anos de preparação, a mais importante instituição de ensino do meio-norte mineiro deveria decretar sua autofalência. Ou tomar as medidas cabíveis para rever as habituais gorduras que há em toda repartição pública do país.

Segundo a diretora de Comunicação da Adunimontes, Maria Clara Maciel, a paralisação ocorre em razão do não cumprimento do acordo que pôs fim à greve de quatro meses, de 2016, e que foi homologado pelo Tribunal de Justiça de Minas gerais. O documento prevê, como principal ponto, a reestruturação de carreira, acordada em outras paralisações, mas não cumpridas pelo governo estadual.

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DEU RUIM PRA JURACI

No Sexta, 09 Fevereiro 2018 08:04.

Tribunal Regional confirma cassação do prefeito e vice de Nova Porteirinha

O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais confirmou na quinta-feira (8) a cassação do diploma do prefeito de Nova Porteirinha (Norte de Minas), Juracy Fagundes Jacome (PMDB), e de seu vice-prefeito, Edésio Vital Neto (PSDB). Em decisão unânime, a corte validou decisão de primeira instância do juiz eleitoral da Comarca de Janaúba, Ériton José Sant’Ana Magalhães, que em março do ano passado cassou a diplomação do prefeito e vice, acusados da prática de abuso do poder econômico e compra de votos durante a campanha eleitoral de 2016.

Os desembargadores seguiram o voto do juiz-relator, Pedro Bernardes, e mantiveram, também, a perda dos direitos políticos pelo prazo de oito anos aos políticos. O prefeito nega as acusações e espera ser notificado para discutir com sua defesa a estratégia que vai adotar no recurso que deve enviar ao Tribunal Superior Eleitoral, aqui em Brasília.

Juraci Fagundes foi eleito com 2.109 votos (45,87%), que foram anulados. Se a sentença pelo seu afastamento quem assumo é o atual presidente da Câmara de Vereadores, Ailson Soares Oliveira, o Tita do Taxi (PTB), um aliado do prefeito.

De acordo com a ação de impugnação ao mandato eletivo (Aime) proposta pelo Ministério Público Eleitoral, o prefeito teria montado um esquema de compra e distribuição de combustível para cabos eleitorais e eleitores na reta final da eleição de 2016, o que teria influído no resultado daquele pleito. O suposto esquema era, segundo o MP, comandado por pessoa vinculada à campanha eleitoral, que atuava para distribuir vales-combustível para uso em um posto de gasolina da cidade.

Interferência no processo eleitoral