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Unimontes e Cemig iniciam estudo para implantação de Usina Solar no campus-sede

Foto: Andrey Librelon/Unimontes

Reitor João dos Reis Canela (com a mão no queixo) recebeu representantes da Cemig em seu gabinete

Da Agência Unimontes

A Universidade Estadual de Montes Claros e a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) firmaram entendimentos na semana passada para o início de estudo de viabilidade que permita a implantação da Usina Solar Fotovoltaica (USF) no campus-sede. O reitor João dos Reis Canela se reuniu com o deputado estadual Luiz Henrique Santiago, representantes da companhia, pró-reitores, diretores de centro, engenheiros e arquitetos da Universidade. O objetivo da reunião foi avaliar a iniciativa, que pretende gerar energia sustentável e, consequentemente, reduzir gastos a partir do uso de energia solar no campus.

Gerente de alternativas energéticas da Cemig, Marco Aurélio Dumont Porto apresentou amplo estudo sobre a viabilidade da USF e destacou o potencial da Unimontes para a iniciativa, colocando o setor de energias sustentáveis da companhia à disposição da Universidade para auxiliar na elaboração de um projeto compatível e detalhado. “Penso que a iniciativa não só trará redução de gastos, como fomentará nos acadêmicos a vontade de aprofundar ainda mais estudos e pesquisas sobre a energia sustentável”, disse Marco.

As potencialidades da Unimontes também foram elencadas pelo reitor João Canela, que ressaltou que o projeto de instalação dos painéis solares tem expressiva perspectiva para avançar, uma vez que a instituição tem modificado realidades, sendo âncora do desenvolvimento na região de abrangência, com abertura para iniciativas sustentáveis.

Professor do departamento de Ciências da Computação, Renato Dourado Maia também destacou as iniciativas que tem fomentado grupos de pesquisa nos laboratórios de sistemas e afirmou que o estudo poderá reforçar as pesquisas na área.

Pontos estratégicos

“Não pedi a cabeça de ninguém", diz Ademir Paraguay sobre secretário da Saúde

###Para presidente da Câmara de Januária na saúde local  que se fala não é o que se vê”

Imagem: Reginaldo Ribeiro/Ascom Januária

Prefeito Manoel Jorge diz que não tem motivos para demitir o secretário Onedes Bruno, de perfil na imagem acima

O presidente da Câmara Municipal de Januária, vereador Ademir Batista de Oliveira, o Ademir Paraguay (PSC), afirmou, em e-mail encaminhado ao site, não ter motivação para pedir a demissão do secretário de Saúde do município, Onedes Bruno Lopes de Souza. “O que queremos é que as coisas sejam feitas dentro da legalidade e que a saúde seja, de fato eficiente. O que se fala, não é o que se vê”, diz Ademir.

O presidente da Câmara nega ainda ter interesse na indicação de nome da sua confiança para a Secretaria de Saúde. “Não tenho nenhum nome para indicar para o cargo seja de que pasta for, porque essa é uma prerrogativa exclusiva do prefeito”, explica Ademir.

A notícia de que o prefeito de Januária, Manoel Jorge (PT), foi pressionado pela bancada aliada na Câmara Municipal a promover maior distribuição do espaço na administração foi dada em primeira aqui neste Em Tempo Real. Veja link para o texto mais abaixo.

Segundo a edição do jornal ‘Tribuna do Vale’ desta semana, o prefeito Manoel Jorge teria dito, via assessoria de imprensa, que ‘em razão do trabalho desenvolvido, não tem nenhuma razão para demitir Onedes’.

Serviços laboratoriais

Dilma planeja destinar 18 mil máquinas a municípios brasileiros até o início do período eleitoral

Com informações da Agência Brasil

A entrega de máquinas a prefeitos em todo o país é um dos carros-chefes daquilo que governo federal chama de período de entregas. Tem se tornado comum as cenas em que a presidente Dilma Rousseff em pessoa, ou o ministro Pepe Vargas (Desenvolvimento Agrário), percorrem o país para participar de atos em que prefeitos de pequenas cidades recebem as chaves de retroescavadeira e a motoniveladora, tratores e caminhões. O governo federal planeja entregar, até maio do ano que vem (pouco antes do início da sucessão presidencial), 18 mil máquinas e equipamentos a municípios com menos de 50 mil habitantes ou em situação de emergência por causa da seca.

Até agora, foram distribuídas aproximadamente 7,6 mil máquinas (4,5 mil retroescavadeiras, duas mil motoniveladoras e mais de 600 caminhões-caçamba). O objetivo do governo é melhorar as condições das estradas vicinais nas pequenas cidades brasileiras.

"Todo esse esforço significa investimento de R$ 5 bilhões do meu governo, mas significa muito mais para cada prefeitura, porque estamos dando autonomia para as prefeituras de nosso país enfrentarem problemas diários", disse a presidenta Dilma Rousseff, ao participar nesta segunda-feira (21) do programa semanal ‘Café com a Presidenta’.

Ela ressaltou que, com as máquinas, os prefeitos podem fazer pequenas obras de saneamento, como abertura de bueiros, colocação de tubulações, construção de barreiras, e outros serviços, como remoção de entulhos e transporte de material de construção.

Foco no semiárido

Servidor pediu demissão após informação de que poderia receber sem trabalhar veio a público

O radialista Eustáquio Lima Bandeira, o Taquinho, poupou o prefeito de Manga, Anastácio Guedes (PT), de constrangimento líquido e certo. Taquinho encaminhou pedido de demissão do cargo comissionado de diretor municipal I há exatos trintas dias, logo após este Em Tempo Real ter revelado com exclusividade a denúncia do vereador Evilásio Amaro (PPS) de que o servidor receberia salários de R$ 1,8 mil sem efetivamente comparecer ao seu local de trabalho. O servidor foi desligado do município no dia 30 de setembro e poupou o prefeito de ter que assinar sua demissão.

A meia-volta de Taquinho reduz o eventual impacto de possível ação civil pública em que o Ministério Público Regional pode ter levado o caso à Justiça de Manga. A postura do servidor foi correta, e até revestida de certa nobreza, dado o tom de escândalo que a denúncia começava a tomar.

Entrevistado por telefone no domingo (20), Taquinho Bandeira minimizou o episódio ao dizer que sua contratação pelo município era mesmo temporária, coisa de três ou quatro meses. “Fui chamado apenas para ajudar a colocar o site da Prefeitura no ar. Terminada essa tarefa não tinha porque continuar a trabalhar lá”, disse Bandeira ao site.

Coordenador

Temporal leva Prefeitura de Manga a cancelar programação do sábado da festa da cidade

Foto: www.norticias.com.br

Chuvas da noite do sábado deixam ruas vazias e leva Prefeitura a cancelar programação da festa da cidade

Encravada no semiárido do extremo norte-mineiro, a ribeirinha Manga tem baixo regime de chuvas, que chegaram repentinamente e com força na noite do sábado (19), justamente a data escolhida para servir de ápice da festa que, em tese, serviria para comemorar os 90 anos de emancipação política do município. Serviria, porque há pelos menos 40 anos a data passou a ser comemorada no 7 de Setembro que, entre outras vantagens, representa economia para o município nas despesa com os preparativos da efeméride – inclusive nos preparativos para a participação dos alunos das escolas municipais nos desfiles.

Com o temporal da noite de ontem, a cidade ficou deserta e perdeu por completo o clima de festa. A administração foi obrigada a cancelar a programação da noite do sábado, que pode ainda ser transferida para logo mais, inclusive a apresentação do cantor Renato Teixeira, a atração mais esperada do evento, porque romperia com o ciclo já cansativo de axé e sertanejo universitário, foram cancelados e devem ser transferidos. Não há a confirmação de que todos os contratos as bandas serão prorrogados nem se há custo adicional para o município.

A medida serve apenas como paliativo, porque boa parte dos manguenses ausentes e os poucos visitantes que foram para a festa precisam retomar suas rotinas de trabalho ou estudo. Numa palavra: a festa da cidade de certa forma micou – o que só dá munição para a onde crescente dos críticos dos passos errantes da administração petista em Manga.

A má fase de Anastácio

Reggae da Bahia e artistas da terra marcam apresentações do primeiro dia de festa

Imagens: Manoel Freitas

A banda Batukerê animou o público na Praça da Cultura, que teve ainda o vocalista da banda True Love Rafael Abrantes, jovem talento local, que tenta carreira em Porto Seguro

Manoel Freitas - Especial para o Site

“Ô Mainha”, “Me dá um beijo”, “Tá Legal”, “Vou dá um Rolé”, “Tô em água”, “Eu to delícia” e “Meu Girassol”. Foi no embalo desses sucessos da banda Batukerê que começou o primeiro dia de festa temporã do aniversário de Manga, tradicionalmente comemorado em 7 de setembro, mas adiado para este mês de outubro por razões financeiras. A festa levou público estimado em três mil pessoas à Praça da Cultura, ao lado do cais do porto. Sob a regência do vocalista Markinhos, um dos fundadores do grupo Batukerê, em 1997, os baianos fizeram uma apresentação de quase duas horas, com o reggae contagiando a multidão, numa mostra do que espera o público hoje e amanhã.

O 'Fiu-fiu' Roberto Costa e uma das 'Divas': talento local

O primeiro dia de festa para a celebração fora de época do 90º aniversário de Manga foi aberto pelos artistas da terra. E a prata da casa fez bonito: o trio já conhecido como “As Divas”, Daiane Indiara, Ione Oliveira e Bruna Helen, que já são sucesso na música gospel regional, fizeram apresentação impecável. Na sequência, o manguense Roberto Costa, o “Fiu-Fiu do Brasil”, deu um show à parte, cabendo a dupla da terra Jovane (compositor e violão), Hiago (saxofone) e Rafael Abrantes (vocalista), completarem a programação que antecedeu a apresentação da principal atração da noite, a Banda Batukerê.

A programação segue neste sábado (19) com a apresentação do cantor Renato Teixeira e shows com a banda de forró Sandália de Prata, além da apresentação da dupla Matheus e Tiago.

Ex-prefeito de Manga faz graduação em gestão pública

O ex-prefeito de Manga Quinquinha Oliveira (PPS) voltou para os bancos da escola para atualizar lacuna da ausência de curso universitário no seu currículo: o empresário está matriculado no curso de graduação em Gestão Pública pela Unopar (Universidade do Norte do Paraná), polo de Januária. Técnico em agropecuária pelo antigo Colégio Agrícola de Januária, o atual Instituto Federal Norte de Minas.

A Unopar oferece cursos na modalidade ensino à distância (EAD). O ex-prefeito assiste a uma aula presencial por semana, normalmente exibidas em monitor de vídeo, mas diz que gasta um bom tempo na elaboração dos trabalhos de casa. Ele chegou a cogitar em fazer Direito, mas desistiu por conta da incompatibilidade entre a sua agenda e a grade curricular exigida pelo curso.    

Aluno aplicado, o empresário nega que a escolha do curso tenha relação com futuras tentativas de voltar à vida publica. “O oferece fundamentos de gestão que já começo a aplicar no dia a dia das minhas empresas”, desconversa Quinquinha, que colocou na geladeira os planos de disputar uma cadeira na Câmara Federal já em 2014.

“Minha luta é por uma Januária melhor”, diz dona de jornal ao rechaçar pecha de chapa-branca

A editora do jornal ligação ‘A Folha de Januária’, Rita Moreira, ligou para o signatário desta página nesta semana . “Você pegou pesado com o meu trabalho”, reclamou Rita sobre texto publicado aqui no site dando conta das reações à tentativa do prefeito de Januária, Manoel Jorge (PT), em ajustar as contas do município. Na edição de 5 de junho, o jornal reclamou das medidas de contenção de despesas que, entre outros cortes, suspendeu a publicação dos anúncios publicitários do município em mídias impressas e eletrônicas.

No artigo ‘A chapa branca ficou quente’, reclamei do fato de que a ‘A Folha de Januária’ usou meu texto sobre o decreto do prefeito Manoel Jorge sem autorização - apesar de ter sido o próprio semanário a receber em primeira o conteúdo da informação para publicar na seção de editais e proclamas do município. Achei, e continuo achando, que há certa preguiça na cobertura dos fatos da cidade. Mas entendo as razões de Rita para ir ali na internet e tomar emprestado um texto pronto.

Tensa inicialmente, a conversa fluiu para amenidades, com Rita Moreira se declarando fã de longa data das mal traçadas linhas que vão publicadas aqui neste Em Tempo Real. “Fiquei surpresa com a sua reação, que considero exagerada. Sempre republiquei seus textos no meu jornal, por entender que seria uma forma de prestigiar e divulgar seu trabalho para a parcela majoritária das pessoas que não têm acesso à rede”, argumentou Rita, ao considerar que houve exageros na adjetivação utilizada para descrever seu jornal. “Chamar meu trabalho de ‘folhinha’ e pasquim foi muito chato”, ela diz.

Segundo a jornalista, as críticas à administração, por outro lado, têm o objetivo apenas a de alertar o prefeito para a inconstitucionalidade de algumas das medidas adotadas no decreto que autorizou cortes de despesas. Rita diz que seu jornal, que foi um dos vencedores da licitação para divulgação dos atos administrativos do município, não depende de verbas públicas. “Nosso trabalho é buscar o melhor para Januária”, discursa a dona da ‘Folha’.

Internet não é terra de ninguém

Sessé Dourado não trabalha no departamento de esportes

Diferentemente do que foi afirmado na matéria Manga vai ‘terceirizar’ gestão do futebol”, publicada no dia 8 de outubro, o servidor municipal Sebastião Dourado Oliveira, o Sessé, não está lotado no Departamento de Esportes de Prefeitura local.

Sessé Dourado, que está vinculado à Secretaria de Educação, também não é comissionado no cargo de diretor de Esportes, como foi dito na matéria, e sim coordenador de esportes das escolas municipais. Sessé não participa da organização do campeonato manguense de futebol e tem se dedicado à coordenação das práticas esportivas na rede municipal de ensino. Entre suas atribuições estão a organização dos Jogos Internos do Caic Padre Ricardo Trischeller (JinCaic) e os jogos estudantes da comunidade de Cachoeirinha.

STF abre ação penal por sonegação contra deputado mineiro envolvido com a Máfia do Carvão

Com Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal abriu na quinta-feira (17), por unanimidade, ação penal contra o deputado federal Bernardo Santana (PR-MG), em processo que apura denúncia de crime tributário. O parlamentar é acusado pelo Ministério Público Federal de falsificação de notas fiscais para encobrir origem ilícita de carvão vegetal. Segundo a denúncia, a sonegação nessas operações pode chegar a mais de R$ 8 milhões. Em primeiro mandato, Santana recebeu votos carreados por lideranças de vários municípios norte-mineiros.

De acordo com a denúncia, em 2009, na condição de diretor da empresa Rima Industrial, o parlamentar e outros dois acusados criaram um sistema para falsificar notas fiscais. Era para não pagar Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e encobrir o transporte e a compra ilegal de carvão de mata nativa. O caso ficou conhecido como Máfia do Carvão. Os fatos foram descobertos na Operação S.O.S Cerrado, da Polícia Militar e a Secretaria de Fazenda.

Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, provas anexadas ao inquérito demostram que Bernardo Santana praticou o crime 910 vezes. “A peça acusatória descreve detalhadamente o fato criminoso. Ao acusado não é possível, na qualidade diretor da empresa, alegar o desconhecimento da pratica criminosa”, afirmou Janot.

Carvão vegetal