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Se chegar na frente nas pesquisas até 15 de setembro, Marina pode causar nova reviravolta na sucessão. Esécula-se até com a possível renúncia de Aécio Neves

Marina (ao centro) tem 15 dias para dizer a que veio

Se conseguir sobrevir ao intenso e desleal bombardeio que enfrenta desde que empatou com a presidente Dilma Rousseff (PT) nas pesquisas de intenção de voto, Marina Silva (PSB) deixa de ser a ‘onda’ e se qualifica para vencer as eleições. Para tanto, os próximos 15 dias serão decisivos, e especialmente nervosos no plano da sucessão presidencial. Marina tem sido atacada sem dó nem piedade desde a última sexta-feira, quando surpreendeu o mundo político ao pontuar de igual para igual com Dilma e praticamente sepultar as esperanças de Aécio Neves (PSDB) na disputa.

Todos os holofotes se voltam conta a ex-senadora e a devassa ameaça chegar ao seu ciclo familiar. A grande imprensa questiona sua capacidade gerencial e os chamados sites e blogs sujos,em especial os vinculados ao petismo, em que se inclui o já notório Vinte e Quatro Horas/Sete dias, associam o nome de Marina a tudo o que pode existir de pior na cena política nacional: de Jânio Quadros a Fernando Collor de Mello, além de referências pouco elegantes aos supostos flertes da ex-senadora com o autoritarismo e insinuações de que o Brasil voltaria às trevas da anarquia na hipótese da sua vitória.

Fato concreto é que, se passar incólume e sobreviver politicamente às próximas duas semanas, e, sobretudo, se permanecer na liderança da preferência do eleitorado até ali pelo dia 15 de setembro, a candidata Marina consolida o favoritismo que pode deflagrar nova reviravolta nesta sucessão, já repleta de surpresas. Nos bastidores, já se especula a provável desistência do candidato tucano, Aécio Neves.

Decisão difícil para o neto de Tancredo, mas não totalmente sem lógica. O assunto circulou como provocação nas redes sociais, mas hoje ganhou alguma veracidade ao ser abordado pelo repórter especial do jornal 'Valor Econômico' Raymundo Costa. O simples fato de que o tema domina as rodas da política jé figura como desastroso para a campanha do tucano.

Liquidar a fatura

Estreante em disputas eleitorais, irmã de Ruy Muniz leva apoio do vice-prefeito e dois dos nove vereadores em Manga

ATUALIZAÇÃO: o vereador Luiz do Foguete entrou em contato com o site para negar que tenha fechado apoio a candidata Ariadna Muniz (PRB). O vereador diz que  não vai apoiar nenhum candidato nas atuais eleições. Ele confirma ter sido sondado pelo vice-prefeito Eliel Dourado para apoiar Ariadna, mas teria optado por ficar afastado do atual processo eleitoral - inclusive no apoio a nomes do seu partido, o PT.

A oftalmologista e candidata a deputada federal Ariadna Muniz (PRB), que aperta a mão de um popular na foto ao lado, deve voltar a Manga nesta terça-feira (2) para nova rodada de contatos políticos. Irmã do prefeito de Montes Claros, Ruy Muniz (PRB), Ariadna não adotou o sobrenome familiar no material de campanha. Optou pelo mais asséptico Dra. Ariadna, para se distanciar da cunhada e primeira-dama de Montes Claros, Raquel Muniz (PSC), que também concorre ao cargo de deputada federal.

É que, ao fazer opção preferencial pela eleição da mulher e ainda embarcar na canoa de Aécio Neves e Pimenta da Veiga, ambos do PSDB, o prefeito Muniz deixou a irmã sozinha na pista. Ariadna apoia os candidatos petistas na sucessão mineira e presidencial.

Ariadna Muniz volta a Manga porque, a despeito de ser cristã nova na política, conseguiu reunir uma curiosa e eclética base de apoios no município, formada por três dos nove vereadores da Câmara Municipal e pelo vice-prefeito, Eliel Dourado, que é filiado ao mesmo PRB da candidata. Além do vereador Gil Mendes (PP), seu correligionário de primeira hora na cidade, Ariadna ainda recebe os apoios dos parlamentares Luiz Carlos Santana Caíres, o Luiz do Foguete (PT), que curiosamente não sobre no palanque do companheiro e deputado em busca de reeleição Gabriel Guimarães (PT), além de Hélio Soares de Assis, o Boquinha (sem partido).

Base pulverizada

Aécio promete reajustar repasses do SUS

Em queda nas pesquisas após a aparição de Marina Silva (PSB) na sucessão presidencial, Aécio Neves se comprometeu, no sábado, durante encontro com lideranças políticas e simpatizantes em Ribeirão Preto, a reajustar a tabela de repasses do SUS (Sistema Único de Saúde) a estados e a hospitais conveniados, como parte de seu plano para garantir qualidade ao atendimento público na área de saúde. O candidato também prometeu criar clínicas de especialidades e o aumento dos recursos financeiros da União para o setor de saúde, inclusive com forte participação do BNDES.

Aécio afirmou que o reajuste da tabela do SUS será feito de forma escalonada a partir do primeiro ano de governo. Já a criação das clínicas de especialidades médicas, disse ele, vai superar um dos principais gargalos que hoje dificultam o atendimento à saúde pública. O assunto seria música para os ouvidos dos gestores do setor de saúde e, de modo especial, para prefeitos de pequenas e médias cidades, a quem cabe fazer a cobertura dos custos da saúde em razão da omissão do governo federal em reajustar a tabela de serviços do SUS.

osse pra valer, a notícia seria a salvação da lavoura para um prefeito petista, Manoel Jorge, de Januária, que planeja passar o hospital sob gestão municipal para uma fundação, com o argumento de que seria a única maneira de passar a atender planos de saúde privados e escapar da dos preços defasados pagos pelo SUS. A depender do governo federal, a unidade pode ser fechada a qualquer momento. Sem falar na rede Santa Casa de Misericórdia, também em petição de miséria em todo o país.

“O que nós queremos é requalificar o atendimento em saúde pública no Brasil com mais recursos, mas também com mais gestão, como fiz em Minas Gerais. Quero reafirmar esse compromisso de levar a saúde mais próxima de onde as pessoas vivem, com mais qualidade, com mais gestão e com maiores investimentos”, disse Aécio.

Promessas

Hospital de Januária não vai fechar, mas pode suspender atendimento de alguns serviços, diz presidente do CMS

O prefeito de Januária, Manoel Jorge (PT), já tem em mãos o diagnóstico do que levou a saúde no município para a UTI. Segundo o prefeito, as dores de cabeça que o setor tem lhe causado vão desde a herança maldita, acumulada ao longo do tempo, até a demanda reprimida em municípios do entorno, que levam os pacientes a bater na porta do Hospital de Januária. A unidade, como se sabe, está em regime pré-falimentar. O assunto foi trazido à luz do dia em recente ‘seminário’ promovido pela administração.

Mesmo com o diagnóstico em mãos, Manoel Jorge e sua equipe não têm a menor ideia de que remédio aplicar para reverter o quadro. Prova disso foi o bate-cabeça para desmentir a afirmação do secretário-adjunto de Saúde, Éder Castilho, de que o Hospital Municipal pode ser fechado em 90 dias, caso não se estanque a sangria causada pelo déficit operacional de R$ 260 mil mensais.

Suspensão temporária

Desatento, prefeito de Montes Claros parece não captar sinais do 'tempo político' ao fazer mudança de rota

 Imagem: www.revistatempo.com.br


O empresário e prefeito de Montes Claros, Ruy Muniz (PRB), tem feito algumas escolhas no mínimo discutíveis na atual temporada eleitoral. Na primeira delas, iniciou a cobrança da chamada taxa do lixo no exato momento em que a primeira-dama do município, Raquel Muniz (PSC), saia a campo para pedir o voto do eleitor montes-clarense na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados. Ruy insiste em manter a cobrança da taxa mesmo após a grande polêmica que o assunto gerou na cidade.

Filiado ao PRB, partido que apoia o PT na esfera federal e estadual, Ruy Muniz rompeu com o candidato petista ao governo de Minas, Fernando Pimentel. A ruidosa guinada de Muniz para os palanques tucanos de Pimenta da Veiga e Aécio Neves, no entanto, vai se mostrando como outro possível erro estratégico do prefeito de Montes Claros.

No instantâneo desse início do mês de setembro, a pouco de um mês para as eleições, o PSDB corre o risco de perder o mando do governo mineiro para o PT ainda no primeiro turno. Mas a safra de más notícias para Muniz não para por aí: sua aposta em Aécio Neves também carrega certa dose de risco: o Neto de Tancredo foi atropelado por Marina Silva (PSB) e corre o risco de ser derrotado por Dilma Rousseff até mesmo no sacrossanto território das Alterosas.

Bola de cristal