APÓS DOIS ANOS, DNIT RETOMA OBRA DA BR-135

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Visita de Pimenta e Anastasia a Januária não teve o mesmo impacto dos bons tempos

Quase passa despercebida a visita (na foto ao lado) dos candidatos a governador, Pimenta da Veiga, e de Antonio Anastasia, que aparece na liderança pela disputa de uma cadeira no Senado Federal, nesta quarta-feira (27), a Januária, no extremo Norte de Minas. Os tucanos fizeram carreata e caminhada pelas ruas da cidade, além de participarem da inauguração do comitê da Coligação Todos por Minas no município.

Pimenta da Veiga e Anastasia foram ciceroneados na visita a Januária pela trupe de candidatos da coligação no Norte de Minas, entre eles Arlen Santiago (PTB), Gil Pereira (PP), que concorrem à reeleição para a Assembleia Legislativa, além de Zé Silva (SDD), Humberto Souto (PPS), e Jairo Ataíde (DEM), na disputa por uma na Câmara Federal. Coube ao ex-prefeito do município em cinco ocasiões, João Ferreira Lima (PSDB), o papel de anfitrião da tucanada.

Não se sabe se por falta de mobilização ou se já por conta dos efeitos negativos da pesquisa Ibope/Rede Globo divulgada na noite da quarta-feira (25), o fato é que era pequeno o número de lideranças microrregionais presentes ao evento que teve como objetivo a inauguração do comitê local do PSDB.

Entre os poucos prefeitos presentes, deram as caras Evandro Gonçalves (Lontra) e José Reis (Bonito de Minas), ambos do PSB, além de Jordão Medrado (PR), de Montalvânia, e Ramon Campos (PDT), de Itacarambi. O clima entre o tucanato mineiro é de certa perplexidade com os rumos que as candidaturas de Aécio Neves, a presidente, e a do próprio Pimenta da Veiga ameaçam tomar. Aécio foi literalmente atropelado com a aparição de Marina Silva (PSB) no páreo.

Terra estrangeira

Sai o nome da empresa responsável pela pavimentação do trecho remanescente entre Montalvânia e Monte Rei


Ethos Construtora, de Belo Horizonte, oferece o melhor lance e vence certame, que contou com  propostas de quatro empresas

A comissão de licitação designada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) concluiu na quarta-feira (26) a etapa de abertura dos envelopes com as propostas recebidas para o processo de licitação que vai definir o nome da empresa responsável pela retomada da pavimentação do subtrecho da rodovia federal BR-135, entre o povoado de Monte Rei e Montalvânia, no extremo Norte de Minas - com extensão de 18,4 quilômetros.

Quatro empresas manifestaram interesse em realizar a obra [Ethos Engenharia de Infraestrutura S.A., Construtora Terrayama Ltda., Construtora Centro-Leste Ltda., todas com sede em Belo Horizonte, e a EPC Construções Ltda., aqui de Brasília]. O edital é da modalidade regime diferenciado de contratação (RDC). O prazo para execução das obras é estimado em 12 meses, mas pode ser ajustado por conta das condições climáticas favoráveis ou não durante o período de execução. Segundo o edital, o período ideal para início da pavimentação seria entre o meses de maio a junho, de modo a permitir que a empreiteira tenha montado o acampamento com pátio para estocagem de brita, evitando assim o período de chuvas na região. 

O lance com o maior desconto em relação ao preço global sugerido pelo DNIT, estimado em R$ 30,3 milhões, veio da Ethos Engenharia de Infraestrutura S.A, de Belo Horizonte, que se habilita a construir o asfalto pelo valor de R$ 25,5 milhões. A empresa tem agora o prazo de 24 horas para apresentar a documentação de credenciamento para a execução da obra.

Preço inexequível

É grande a boataria nestas poucas horas que antecedem a divulgação de mais uma pesquisa Ibope/Rede Globo e o primeiro debate entre os presidenciáveis logo mais, às 22h00, na Rede Bandeirantes. O disse que disse dá conta que a candidata Marina Silva (PSB) abriu grande vantagem e deixou o tucano Aécio Neves comendo poeira na terceira posição das intenções de voto. Mas não é só: a ex-ministra de Lula já começa a fungar no cangote da presidente em busca de reeleição Dilma Rousseff (PT).

A serem verdadeiros, os supostos vazamentos da pesquisa que o Jornal Nacional divulga daqui a pouco, Marina Silva avançou para alguma coisa em torno dos 27% a 29%. Dilma teria caído para perto do piso da votação histórica do PT, algo entre 31% e 32%. Já Aécio Neves figuraria entre 18% e 20%. A se confirmar os números, a ex-senadora terá feito uma arrancada considerável aos 21% que cravou na última pesquisa disponível.

Ameaçado de ficar de fora do segundo turno com a reviravolta dos últimos dias na sucessão, o neto de Tancredo Neves classificou a rival Marina Silva como uma ‘onda’, dessas que vêm e que passam como a poeira do tempo. A aposta, arriscada, diga-se de passagem, de Aécio é que não demora muito para que o oba-oba em torno de Marina se esvaneça.

Pode ser, pode não ser. Se a pesquisa Ibope confirmar os números acima no piso ou teto, o que se tem na verdade será a candidata Marina travestida de Tsunami. Hoje ela assombra o PSDB e seu candidato. Não demora, pode levar o PT a tremer nas bases. A não ser que Lula decida decretar que tudo não passa de uma nova marolinha.

Manoel Jorge acena com acordo para regularizar débito com previdência de servidor

A diretoria do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Januária (Prevjan) saiu otimista do encontro de trabalho com o prefeito Manoel Jorge de Castro (PT), na manhã da segunda-feira (25). O prefeito mostrou disposição para iniciar rodadas de renegociação da dívida de cerca de R$ 40 milhões que o município acumulou ao longo dos últimos 15 anos com o Prevjan. Com a promessa de acordo, o superintendente do Prevjan, Newton Ferreira Filho, o Niltinho, desiste da promessa de oferecer denuncia contra o prefeito na Câmara Municipal e Ministério Público (veja aqui). "Não tenho como objetivo cassar prefeito, minha prioridade é a defesa dos direitos do servidor público de Januária", disse Niltinho em entrevista para o Em Tempo Real.

Entre os compromissos sinalizados por Manoel Jorge está a regularização, até o final deste ano, dos atrasos nos repasses com o Instituto acumulados durante o seu mandato. O superintendente Niltinho disse que ainda não tem o valor do débito da atual administração, mas há indicação de que os valores poderiam chegar à quantia de R$ 3 milhões.

Parcelamento

Hospital Municipal de Januária é inviável e pode fechar em 90 dias, diz secretário-adjunto de Saúde

Vista sob o prisma dos marqueteiros das candidaturas oficiais, a saúde brasileira é uma maravilha. Coisa de primeiro mundo, graças à operosa gestão que importou milhares de médicos e soluções milagreiras que tais. Na vida real, o couro come no lombo da população das grandes e pequenas cidades.

Durante seminário realizado na sexta-feira (23), o secretário-adjunto da Saúde de Januária, Éder Castilho, trouxe à luz do dia um diagnóstico preocupante sobre a real situação financeira do Hospital Municipal.

Com déficit operacional mensal em torno dos R$ 260 mil, a entidade está falida e sua manutenção no médio prazo é insustentável. Sem meias palavras, Castilho avisou que a unidade pode fechar em 90 dias se nada for feito em regime de urgência urgentíssima.

“A administração direta é inviável, porque as receitas são fixas e as despesas têm demanda crescente”, diz o secretário-adjunto. Segundo Éder Castilho o Hospital de Januária tem despesas consolidadas em torno de R$ 1,1 milhão mensais, mas só arrecada R$ 900 mil em repasses do SUS (R$ 444 mil) e do município (R$ 460 mil).

O seminário, que reuniu diversos setores da sociedade civil local, teve o propósito de buscar saídas para a crise. “Estamos abrindo a caixa-preta do Hospital em busca de ideias sustentáveis para evitar a suspensão dos serviços”, avisou Castilho, para quem não é possível recuperar as finanças da entidade pela via do corte das despesas. Enquanto isso, a dívida do hospital não para de crescer: anda em torno de R$ 1,6 milhão apenas na rubrica plantões médicos não quitados.

A decisão política de passar o Hospital Municipal adiante parece já ter sido tomada pelo prefeito Manoel Jorge (PT). Segundo Eder Castilho, uma das opções em vista seria a criação de uma fundação para gerir o péssimo ‘negócio’ da ponta da saúde pública em Januária. Manoel Jorge parece se espelhar, entre outros, no caso de Manga, onde a Fundação Hospitalar de Amparo ao Homem do Campo é a mantenedora do único hospital do município.

Bode na sala